VÍDEOS

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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

OFICIAL DA PM NÃO É DELEGADO!!!!

De volta aos tempos da Ditadura??? É para evitar essas coisas que exintem Delegados de Polícia.
Quinta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de JaneiroHABEAS CORPUS 2008.059.04669AUTORIDADE COATORA: JUÍZO DA VARA CRIMINALIMPETRANTE: xxxxxxxPACIENTE: xxxxxxxEMENTA: HABEAS CORPUS. PROCESSO PENAL. JURISDIÇÃO. TUTELA CAUTELAR.INVESTIGAÇÃO CRIMINAL. RESERVA CONSTITUCIONAL DE FUNÇÃO. INDEVIDA ATUAÇÃO “POLICIAL” DA AUTORIDADE JUDICIÁRIA. INEVITÁVEL INCAPACIDADE DE A AUTORIDADE JUDICIÁRIA CUMPRIR AS FUNÇÕES AFETADAS A ELA PELA CONSTITUIÇÃO QUANDO INDEVIDAMENTE SUBSTITUI A AUTORIDADE POLICIAL.POLICIAL MILITAR QUE NÃO ESTÁ LEGITIMADO A DEDUZIR EM JUÍZO PRETENSÃO CAUTELAR. AUDIÊNCIA PRÉVIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO IMPRESCINDÍVEL À LUZ DO SISTEMA ACUSATÓRIO.PRECARIEDADE DA DENÚNCIA ANÔNIMA REVELADORA DO PROPÓSITO SINGULAR DECONTORNAR A EXIGÊNCIA CONSTITUCIONAL DE ORDEM JUDICIAL, PRÉVIA E FUNDAMENTADA, PARA INGRESSO EM CASA ALHEIA. NÃO OBSTANTE A MANIFESTA INIDONEIDADE DO “EXPEDIENTE” DA POLÍCIA MILITAR, DÚVIDA SÉRIA, AINDA, SOBRE A
Quinta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
CRONOLOGIA DOS FATOS QUE SUPOSTAMENTE ESTARIAM A JUSTIFICAR A NÃO AUDIÊNCIA PRÉVIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO E O CARÁTER EXCEPCIONAL DA MEDIDA CAUTELAR.PROVA ILÍCITA DE QUE DECORREM TODAS AS DEMAIS, CONTAMINANDO INTEGRALMENTE O PROCESSO. INTELIGÊNCIA DO ARTIGO 157 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL.
Habeas corpus impetrado objetivando o reconhecimento da ilegalidade da prisão do paciente tendo em vista o manifesto desrespeito ao devido processo legal. Informação da autoridade apontada como coatora esclarecendo que policial militar “representou” fora do horário de expediente pela busca e apreensão na residência do paciente. Autoridade judiciária que sublinha o fato de a busca e apreensão ter sido deferida sem a audiência prévia do Ministério Público haja vista o adiantado da hora. Magistrada que acrescenta ter deferido a providência cautelar à vista de “fortes indícios da prática de crime pelo autor” (fls. 42). Informações complementares que revelam: a) que não havia “os fortes indícios” mencionados pela autoridade judiciária, sendo inadmissível a emissão de decreto de busca e apreensão com base no singelo expediente cuja cópia se encontra à fl. 72 dos autos deste habeas corpus; b) a impossibilidade de explicar o fato de a autoridade policial ter registrado o início da ocorrência às 18:00 h de uma quarta-feira, 02 de julho (fl. 14), quando ficou expressamente consignado que o policial militar teria despachado “após o término do Quinta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro expediente forense” (fl. 37). Evidência de que os fatos não correspondem ao relatado. Múltiplas violações do devido processo legal que têm origem no fato de a autoridade judiciária, no lugar de fiscalizar a regularidade formal do procedimento, ter executado função própria de autoridade policial, malgrado não tenha atribuição para isso.Incompreensível contraste com as regras que: 1) não atribuem à polícia militar a condição de autoridade de polícia judiciária, nos crimes comuns, para representar por qualquer medida cautelar; 2) dispensa de investigação criminal prévia para aferição das “fundadas razões” a que expressamente se refere o §1º do artigo 240 do Código de Processo Penal, referindo-se ao substrato fático que permite a excepcional violação do domicílio do paciente; 3) incontornável substituição da mencionada base fática por denúncia anônima; 4) inexplicável iniciativa judicial em etapa de preparação para o exercício de ação penal, sem que o titular da ação penal tenha sequer sido consultado em dia comum de funcionamento de expediente forense. Neste contexto observa-se que da flagrante desobediência ao devido processo legal decorreu a ação da polícia militar, em invasão de atribuição, com apreensão de um projétil calibre .762, um saco plástico contendo erva seca picada, em estojo de pano contendo um comprimido de cor rosa, uma pedra de crack e dois tabletes de erva seca e prensada.Prova ilícita que não deveria ter sido admitida caso a autoridade judiciária cumprisse a sua função constitucional de tutela dos direitos fundamentais e preservação da ordem jurídica. Evidências que formaram a base material Quinta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro da imputação deduzida em juízo e que, por constituírem prova ilícita, devem ser excluídas do processo, sem embargo da extinção deste mesmo processo, pois que aprova ilícita contaminou todas as demais. Ilegalidade manifesta que se declara e justifica a concessão da ordem em limites mais extensos do que aquele perseguido pelo impetrante.ORDEM CONCEDIDA.ACÓRDÃOVistos, relatados e discutidos estes autos de Habeas Corpus nº. 2008.058.04669 em que é impetrante xxxxxxx e paciente xxxxxxx. Acordam os Desembargadores que compõem a Quinta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, em sessão de julgamento realizada em 11 de setembro de 2008, por unanimidade de votos, em julgar procedente o pedido e, em conseqüência, CONCEDER A ORDEM, para declarar a nulidade do processo tendo em vista a ilicitude da diligência probatória original, expedindo-se alvará de soltura, nos termos do voto do Desembargador Relator.Presidiu a sessão o Desembargador Geraldo Prado. Participaram do julgamento o Desembargador Cairo Ítalo França David e a JDS.Desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita.Rio de Janeiro, 08 de outubro de 2008.DESEMBARGADOR

14 comentários:

Mario disse...

E QUANTO AO SERVIÇO EXTRA DAS ELEIÇÕES, NESTE DOMINGO, NINGUÉM FALA NADA !!! NÓS POLICIAIS MILITARES JÁ ESTAMOS CANSADOS DE TRABALHAR DE GRAÇA E NA FOLGA !!!

Mario disse...

QUANTOS REALMENTE SOMOS ?!?

O R.G. já está na casa dos 86.000 mas você sabe quantos realmente somos ?!? Há estatísticas que dizem que somos 40.000, será mesmo ?!?
Se tirarmos todos os adidos, não sei quantos sobrariam.
Isto é um absurdo e não acredito que aconteça em outros Estados da União. Aqui no Rio de Janeiro, tem um batalhão na Prefeitura, é isto mesmo, na Prefeitura. São centenas de policiais adidos, mais por que ?!? Eu também não sei responder. Se tirarmos os Policiais Militares adidos e/ou cedidos a PCERJ, SEAP, DETRAN, ALERJ, JUDICIÁRIO, CAMÂRA DE VEREADORES, etc, etc, etc ... não sobra muita coisa não. Junte-se a estes, os do expediente e os Oficiais que não exercem um patrulhamento ostensivo, salvo quando estão de supervisão, fica pior ainda. São milhares os adidos e/ou cedidos a outros órgãos. Juntando-se a velocidade em que estamos sendo mortos, expulsos, presos, reformas e baixas, estamos ficando com menos efetivo ainda.

E o que isto vem ocasionando ?!? Uma escala do tempo da escravatura/ditadura, em desacordo com a lei, que é ignorada pelo Estado. Sem falar nos constantes "serviços extras" a que somos submetidos, em que trabalhamos nas parcas folgas e de graça.

SOLUÇÃO 1:

O regresso imediato de todos os policiais militares adidos e/ou cedidos a outros órgãos, para pelo menos, aliviar a escala e fazer-se cumprir a lei quanto a carga horária.

SOLUÇÃO 2:

Colocar no expediente, somente aqueles que realmente são IFP/SINA, mediante uma reavaliação de uma junta médica.

SOLUÇÃO 3:

Criação da "GRATIFICAÇÃO POR ATIVIDADE OSTENSIVA" como um abono, a fim de incentivar o policial na ostensividade e também uma forma de compensar aqueles que realmente trabalham na atividade fim policial. Esta gratificação só deverá ser paga aos aptos que trabalham na ostensividade. Este valor poderia ficar na casa dos R$ 500,00 (Quinhentos reais).

Acredito que assim, o fardo a ser carregado por nós Policiais Militares do Estado do Rio de Janeiro, fique um pouco mais leve, ao ter mais companheiros para dividir este peso.

FAÇAM UMA MATÉRIA COM ESTE ASSUNTO. VAMOS JUNTOS TENTAR CONTABILIZAR QUANTOS REALMENTE SOMOS E TENTAR REVERTER ESTA SITUAÇÃO JUNTO AO GOVERNADOR !!!

Mario disse...

BRINCADEIRA !!!
ATÉ O JORNAL O EXTRA, NO SEU BLOG "CASOS DE POLÍCIA" SAIU NA FRENTE, SOBRE A MATÉRIA QUE ENVIEI !!!
VAMOS ACORDAR !!!

Enviado por Casos de Polícia - 26.10.2008| 12h57mMistério na PM
Quantos policiais estão fora das ruas?

O leitor Mario Taqueus levantou uma questão que nem a Polícia Militar consegue responder. Ou não quer. Qual o número de policiais militares na ativa no Rio de Janeiro lotados em outras repartições? De acordo com Taqueus, o RG já está em 86 mil. Normalmente, a estatística calcula que o efetivo é de 44 mil. Mas há PMs cedidos às mais diferentes instituições públicas como a Prefeitura do Rio, Assembléia Legislativa e até à Cedae. E todos bem longe das ruas. Alguém sabe quantos policiais militares estão na ativa? Quantos realmente estão lotados em outros órgãos da administração pública? Possuem informações ou dados que possam ajudar a solucionar este mistério? Enviem para o nosso email ou comente.


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Mario disse...

Comida
Titãs
Composição: Arnaldo Antunes / Marcelo Fromer / Sérgio Britto

Bebida é água!
Comida é pasto!
Você tem sede de que?
Você tem fome de que?...

A gente não quer só comida
A gente quer comida
Diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída
Para qualquer parte...

A gente não quer só comida
A gente quer bebida
Diversão, balé
A gente não quer só comida
A gente quer a vida
Como a vida quer...

Bebida é água!
Comida é pasto!
Você tem sede de que?
Você tem fome de que?...

A gente não quer só comer
A gente quer comer
E quer fazer amor
A gente não quer só comer
A gente quer prazer
Prá aliviar a dor...

A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer dinheiro
E felicidade
A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer inteiro
E não pela metade...

Bebida é água!
Comida é pasto!
Você tem sede de que?
Você tem fome de que?...

A gente não quer só comida
A gente quer comida
Diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída
Para qualquer parte...

A gente não quer só comida
A gente quer bebida
Diversão, balé
A gente não quer só comida
A gente quer a vida
Como a vida quer...

A gente não quer só comer
A gente quer comer
E quer fazer amor
A gente não quer só comer
A gente quer prazer
Prá aliviar a dor...

A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer dinheiro
E felicidade
A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer inteiro
E não pela metade...

Diversão e arte
Para qualquer parte
Diversão, balé
Como a vida quer
Desejo, necessidade, vontade
Necessidade, desejo, eh!
Necessidade, vontade, eh!
Necessidade...


ISSO TRADUZ TUDO. A GENTE NÃO QUER SÓ AUMENTO (DINHEIRO), QUEREMOS TAMBÉM UM ESTATUTO E UM RDPM JUSTOS, CARGA HORÁRIA DENTRO DA LEI, HORA EXTRA SENDO PAGA, ADICIONAL NOTURNO, INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE SENDO PAGOS, ETC, ETC, ETC ...

Mario disse...

PEC 41/2008

O senador Renan Calheiros (PMDB/AL) apresentou Proposta de Emenda Constitucional que estabelece um piso nacional unificado para os salários das polícias militar e civil e do corpo de bombeiros de todo o País.

Segundo ele, um dos principais obstáculos à valorização dos profissionais de segurança é a deficiência na remuneração. “Os salários desiguais e, muitas vezes, abaixo do aceitável têm causado repercussões negativas na vida dos policiais e, por conseqüência, na rotina da sociedade”, declarou.

VEJA MAIS EM http://www.senado.gov.br/web/senador/RenanCalheiros/not_completa.asp?codNoticia=47133

E-MAIL PARA CONTATO: renan.calheiros@senador.gov.br

ESTÁ DE MÃO BEIJADA PESSOAL, É SÓ GASTAR UM TEMPINHO E MANDAR E-MAIL PRO CARA !!!

Mario disse...

Não tenho nada contra nem a favor de Gay, mas se existe uma Lei Estadual (Lei 5.034) ela tem que ser cumprida. Basta do Governador descumprir leis, principalmente relacionadas a nós PPMM.
Agora, basta ele cumprir também as seguintes leis:

LEI Nº 1900, DE 29 DE NOVEMBRO DE 1991

RESOLUÇÃO SSP Nº 510, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2002

Decreto nº. 25.538, de 26 de agosto de 1999

DECRETO Nº 31.739 DE 28 DE AGOSTO DE 2002 - RDPM - RJ

LEI Nº 443, DE 1º DE JULHO DE 1981 ESTATUTO DOS POLICIAIS-MILITARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. em seu Art. 48

LEI Nº 5.168, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2007

Constituição do Estado do Rio de Janeiro no seu Art. 92, Inciso I.

Constituição da República Federativa do Brasil no seu Art. 7º, inciso VII.

LEI Nº 5.168, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2007.

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Art. 7º VII -garantia de salário, nunca inferior ao mínimo, para os que
percebem remuneração variável;

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL no seu artigo 7º, inciso IX

CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 em seu Art. 73. § 1º, § 2º,§ 3º, § 4º e § 5º.

Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943

LEI Nº 6.514 DE 22 DE DEZEMBRO DE 1977. Altera o Capítulo V do Titulo II da Consolidação das Leis do Trabalho, relativo a segurança e medicina do trabalho e dá outras providências

CF/88 no seu o inciso LVII do art. 5.º da Carta Magna, que estabelece que ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado da sentença penal condenatória.

Acreditem se quiser, todas estas leis existem e nos amparam e governo simplesmente ignora-as !!!

Pesquisem e verão a verdade !!!

Mario disse...

AS 10 REINVIDICAÇÕES DA PMERJ

1 - SALÁRIO

De acordo com a tabela abaixo, o salário da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro - PMERJ é o menor do país. Um aumento de salário significativo é esperado por nós há anos.
Faça-se cumprir as seguintes leis: LEI Nº 5.168, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2007 sancionada pelo próprio governador Sérgio Cabral Filho, e a CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL no seu Art. 7º, inciso VII e no seu Art. 92, Inciso I.
Existem também a PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 24/2008 que ALTERA O INCISO I DO ART.92 DA CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO de autoria do Deputado PAULO RAMOS e também a PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 41, DE 2008 que INSTITUI O PISO SALARIAL PARA OS SERVIDORES POLICIAIS de autoria do Senador Renan Calheiros.

SUGESTÃO/PROPOSTA: AUMENTO PARCELADO DE 132% ATÉ O FINAL DO MANDATO - EM 33 MESES (4% por mês).
* 36% em 2008 -> 09 (nove) parcelas
** 48% em 2009 -> 12 (doze) parcelas
** 48% em 2010 -> 12 (doze) parcelas

SALÁRIO DA POLÍCIA MILITAR NOS 27 ESTADOS DA FEDERAÇÃO
Salário de Soldado nas Polícias Militares:
1. Polícia Militar do Distrito Federal - PMDF - R$ 4.187;
2. Polícia Militar do Estado de Goiás - PMGO - R$ 2.700;
3. Polícia Militar do Estado do Amapá - PMAP - R$ 1.770;
4. Polícia Militar do Estado do Paraná - PMPR - R$ 1.700;
5. Polícia Militar do Estado de Santa Catarina - PMSC - R$ 1.600;
6. Polícia Militar do Estado do Amazonas - PMAM - R$ 1.546;
7. Polícia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul - PMMS - R$ 1.500;
8. Polícia Militar do Estado de Alagoas - PMAL - R$ 1.487;
9. Polícia Militar do Estado de Tocantins - PMTO - R$ 1.455;
10. Polícia Militar do Estado de Minas Gerais - PMMG - R$ 1.332;
11. Polícia Militar do Estado da Bahia - PMBA - R$ 1.264;
12. Polícia Militar do Estado de Rondônia - PMRO - R$ 1.251;
13. Polícia Militar do Estado de São Paulo - PMESP - R$ 1.240;
14. Polícia Militar do Estado do Espírito Santo - PMES - R$ 1.237;
15. Polícia Militar do Estado de Roraima - PMRR - R$ 1.201;
16. Polícia Militar do Estado do Maranhão - PMMA - R$ 1.200;
17. Polícia Militar do Estado de Acre - PMAC - R$ 1.200;
18. Polícia Militar do Estado do Ceará - PMCE - R$ 1.147;
19. Polícia Militar do Estado de Mato Grosso - PMMT - R$ 1.114;
20. Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte - PMRN - R$ 1.111;
21. Polícia Militar do Estado de Sergipe - PMSE - R$ 1.111;
22. Polícia Militar do Estado da Paraíba - PMPB - R$ 1.080;
23. Polícia Militar do Estado do Pará - PMPA - R$ 1.015;
24. Polícia Militar do Estado do Piauí - PMPI - R$ 1.000;
25. Brigada Militar do Rio Grande do Sul - BMRS - R$ 965;
26. Polícia Militar do Pernambuco - PMPE - R$ 900;
27. Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro - PMERJ - R$ 831.


2 - CARGA HORÁRIA E HORA EXTRA

A carga horária existente hoje é arbitrária e ilegal. As escalas tem que se adequar as leis vigentes e igualadas as da PCERJ e a da SEAP, ou seja, hoje onde existe a escala de 24 x 48 horas tem que ser substituída por 24 x 72 horas e onde é 12/24 12/48 horas tem que ser substituída por 12/48 horas. Quanto a hora extra, tem que ser pada pela PMERJ. Já estamos cansados de trabalhar de graça, seja em horas, seja em serviço extra. Ou acaba com o serviço extra ou paga-se por ele.

Faça-se cumprir as seguintes leis: LEI Nº 1900, DE 29 DE NOVEMBRO DE 1991, LEI Nº 443, DE 1º DE JULHO DE 1981. ESTATUTO DOS POLICIAIS-MILITARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. em seu TÍTULO III, CAPÍTULO I, Seção I,
Art. 48, Incisos V, VI e VII, Bol da PM nº 046 - 11 Março 2002, RESOLUÇÃO SSP Nº 510 DE 26 DE FEVEREIRO DE 2002 em seu Art. 1º, Decreto 25.538, de 26 de agosto de 1999.
Existem também as seguintes matérias: INDICAÇÃO LEGISLATIVA Nº. 437, DE 10 DE AGOSTO DE 1998 de autoria do Deputado Estadual Sérgio Cabral Filho, PROJETO DE LEI Nº 1649/2004 de autoria do Deputado Flávio Bolsonaro, INDICAÇÃO LEGISLATIVA Nº 6187/2002 de autoria do Deputado Sivuca, INDICAÇÃO LEGISLATIVA Nº 6134/2002 de autoria do Deputado DICA,

3 - ADICIONAL NOTURNO
Muitos Policiais Militares optam por um tipo de serviço onde ele possa dormir toda noite em casa, com a sua família. Aos que não podem fazer essa opção, resta-lhe somente resignar-se e adentrar a noite, patrulhando e defendendo a sociedade dos marginais da lei e rezar para que o dia possa raiar e ele ainda possa encontrar-se com vida, com saúde e com liberdade. Pois bem, que a estes nobres Policiais Militares seja aplicada a lei, onde mostra que quem trabalha a noite tem direito ao "Adicional Noturo".
Faça-se cumprir as seguintes leis: CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL no seu artigo 7º, inciso IX e a CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 na SEÇÃO IV em seu Art. 73. § 1º, § 2º,§ 3º, § 4º e § 5º.

4 - ADICIONAL INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE


É do saber de todos que o trabalho Policial Militar ostensivo é deveras insalubre e perigoso, sendo que o Policial Militar jamais recebera tal benefício.

Faça-se cumprir as seguintes leis: C.L.T. Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 e a LEI Nº 6.514 DE 22 DE DEZEMBRO DE 1977. Altera o Capítulo V do Titulo II da Consolidação das Leis do Trabalho, relativo a segurança e medicina do trabalho e dá outras providências



5 - GRATIFICAÇÃO POR ATIVIDADE OSTENSIVA

Muitos Policiais Militares querem ficar "escondidos" no batalhão trabalhando no expediente (das 08:00 às 16:00 horas), ou seja, estão APTOS e se escondem numa escala de segunda a sexta com direito a ficar sábado, domingo e feriado em casa, além de poder dormir todos os dias com a sua família e ainda por cima, dos cinco dias úteis, ainda tem direito a ficar um em casa. Enquanto isso, uns trabalham 240 horas por mês, sendo 120 horas diurnas e 120 horas noturnas, sábado, domingo e feriados e ainda tem direito a SERVIÇO EXTRA na folga.
Diante deste fato, quero propor que seja criado a gratificação acima citada (nome bonito, né ?!? Foi eu que criei !!!) para todo o policial que trabalha na rua, independente do tipo de policiamento que for. Com esta medida, o expediente esvaziará, ficando apenas aqueles que realmente não podem trabalhar nas ruas, tais como: IFP, SINA, JUSTIÇA, etc ... A estes caberão todos os tipos de serviços burocráticos de que a PMERJ necessita. O valor para a Gratificação de Atividade Ostensiva fica estipulado em R$ 500,00 (Quinhentos reais).
Deverá ser publicada em Diário Oficial a obrigatoriedade a todos os Policiais Militares aptos a trabalharem no policiamento ostensivo. Aos que insistirem a se tornar INAPTO por quaisquer motivo, não poderá gozar da gratificação por atividade ostensiva. A qualquer momento, o Policial Militar que se encontrar INAPTO e quizer voltar a ser APTO deverá procurar a HCPM para que esta volte a torná-lo APTO através de avaliação médica. Assim que o fizer, poderá voltar a trabalhar em serviço ostensivo e receber a Gratificação de Atividade Ostensiva, oportunidade esta extendida a todos os Policiais Militares Aptos e trabalhando na ostensividade. Entenda-se ostensividade, todo e qualquer tipo de serviço que seja prestado fora das OPMs, desde que o Policial Militar seja lotado em um Batalhão. Não terão direitos também os Policiais Militares que se tornarem adidos e/ou cedidos a quaisquer outro órgão. Benefício não estendido a Policiais que encontram-se na INATIVIDADE, ou seja, aqueles que se encontram reformados e/ou na reserva.
Faça-se cumprir e adequar a seguinte lei: PROJETO DE LEI Nº 767/2003 de autoria do Deputado Flávio Bolsonaro, estendendo o benefício dado ao BOPE para todos os Policiais Militares da ativa trabalhando na OSTENSIVIDADE.


6 - DESARRANCHAMENTO

De acordo com fontes não oficiais, há cerca de 400 policiais militares "trabalhando" somente nos ranchos de todas as unidades do Estado.
Existe um dispositivo na PMERJ chamado de desarranchamento, ou seja, é um valor que hoje gira em torno de R$ 170,00 (Cento e setenta reais) e é pago no contra cheque (OLERITE) de todos os policiais que são lotados em Batalhões onde não existe "rancho", segue alguns deles: BPVE (Batalhão de Policiamento em Vias Especiais), GEPE (Grupamento Especial Policiamento em Estádios), GEPCPB (Grupamento Especial de Policiamento no Complexo Penitenciário de Bangu), BPFER (Batalhão de Policia Ferroviária), SSP (Secretaria de Segurança Pública), etc, etc, etc...

É uma solução simples, já que a comida é péssima, (fazendo com que muitas das vezes nós tenhamos que desembolsar para comer na
rua ou depender da boa vontade do contribuinte para que nos cedam um prato de comida) os policiais a fazem com uma má vontade incrível e o dinheiro que é destinado para o rancho, muitas das vezes é desviado para outras coisas, sem falar no desperdício, pois quando a comida está ruim demais, vai tudo para o lixo. Sem falar também nos desvios da comida crua (carne, arroz, feijão, frango, etc) que acontece
diariamente por parte de quem trabalha no rancho e seus comandantes.

Ainda poderia ser usado o mesmo esquema da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) que aplica o "Ticket Restaurante" aos policiais civis. Porém, o ideal seria mesmo o desarranchamento em forma de dinheiro, como já é agora, em algumas OPMs. Antigamente, o desarranchamento total da PMERJ, não passava pela ALERJ por pressão dos Coronéis, pois alegavam que usavam parte do dinheiro do rancho para o conserto de viaturas. Qual será a desculpa agora para onosso tão sonhado desarranchamento ?!? Pois as viaturas agora sãoterceirizadas, não podendo o Batalhão realizar nenhum conserto nelas!!! Se juntarmos a comida, a água, a luz, o gás, os insumos (garfos, facas, pratos, quentinhas, etc), os salários, etc, etc, etc ... que são gastos nos ranchos, com certeza dará menos gasto para o Estado que pagar R$ 360,00 (Trezentos e sessenta reais), por exemplo para cada Policial Militar. Ou seja, se for feita uma pesquisa minuciosa, irá se constatar que gasta-se mais no modelo atual de alimentação para nós Policias Militares e com muito menos qualidade que se fosse concedido para nós o desarranchamento.

VANTAGENS:

Primeira vantagem: É a vantagem pecuniária, que será grande para o Estado. Este modelo é muito mais econômico. Com toda certeza e que poderá ser constatada com um simples estudo de impacto, será constatado que só de comida, água, luz, gás e utensílios (pratos,
talheres, quentinhas, toalhas, mobiliário, etc) gasta-se muito mais dinheiro do que se fosse pago em contra-cheque (olerite) uma quantia
que beirasse R$ 360,00 (Trezentos e sessenta reais), por exemplo.

Segunda vantagem: É a vantagem de ter mais Policiais Militares nas ruas, pois não será preciso passar uma hora de almoço dentro dos
Batalhões. Se o Policial Militar, almoçar e jantar na rua, na prática, terá mais Policiais nas ruas 24 horas por dia. É questão de simples
cálculo, hoje em dia, todos os Policiais Militares tiram uma hora de almoço no batalhão. Imagina-se quantas horas de patrulhamento a PMERJ
e a população não ganhariam com os Policiais almoçando nas ruas. Dando-se o desarranchamento, seria desnecessário o Policial Militar se
deslocar até a OPM para ir até o rancho.

Terceira vantagem: É a vantagem de se aproveitar estes Policiais Militares que hoje se ocupam em fazer comida, e mal feita, diga-se de
passagem, poderam voltar para as ruas, de onde nunca deveriam ter saído, desobrigando, soldados, cabos, sargentos e até oficiais de se
preocuparem com comida. Imagine só de salário que o Estado gasta para manter o rancho. São Oficiais (no mínimo um) para comandar o rancho e os demais são Sargentos, Cabos e Soldados que poderiam estar nas ruas e estão "escondidos" nos ranchos, prestando um serviço de natureza não policial. Só de salário com o pessoal do rancho, o governo vai economizar MUITO.

Quarta vantagem: São os espaços que hoje se encontram os mal fadados "ranchos". Poderiam se tornar várias coisas, como salas de aula paraos policiais se reciclarem, telecursos, projetos para a comunidade, UBS (Unidade Básica de Saúde), estandes de tiro, alojamentos,
banheiros, etc .. Estes espaços, ao se desativar o rancho, poderia ser aproveitado de diversas maneiras, necessitando apenas de uma
pequena reforma para se adequar ao tipo de dependência que se queira fazer, haja em vista que já existe uma estrutura de água, luz e esgoto
já existente.

Quinta vantagem: Está no valor a ser agregado ao nosso salário, pois se o Governador não pode dar um aumento decente, que se dê algumas vantagens pecuniárias, que é somente um paliativo, mas é melhor do que nada. Com base num valor que já existe em batalhões onde não existem ranchos, por volta de R$ 360,00 (Trezentos e sessenta reais) está de bom tamanho para quem não tem nada, que somos nós e de uma economia de dinheiro enorme para o Estado.

Com um pequeno estudo, o governador poderá tomar ciência que gasta-se mais hoje em dia com o modelo atual de rancho do que se fosse dado desarranchamento para toda a PMERJ. As vantagens estão além da pecuniária, ou seja, vai da liberação do pessoal do rancho para as
ruas, passando pelo melhor aproveitamento dos locais onde hoje se encontram os ranchos.
Quem faz prova prá Polícia Militar tem que atuar nas ruas, não ficar cozinhando no batalhão. Quem gosta de cozinhar, ou pede baixa e vai
trabalhar em restaurante ou o faz na folga.

Existem também as seguintes matérias: PROJETO DE LEI Nº 1260/2000 de autoria do Deputado Hélio Luz e INDICAÇÃO LEGISLATIVA Nº 542/2008 de autoria do Deputado Wagner Montes

7 - VALE TRANSPORTE

O vale transporte enfim, após 200 anos, começou a vigorar na PMERJ, porém, uma pergunta tem que ser feita: - E os policiais que tem carro ou moto ? E os policiais que vem de carona e que fazem a famosa "vaquinha" para ir pro batalhão e para voltar para casa ? E os Policiais Militares que vão trabalhar com o veículo emprestado de seus pais e familiares ?!? Sei que existe uma lei que proibe o empregador (CLT) de dar dinheiro para transporte no lugar do vale transporte, só não sei se ela se aplica também para nós policiais militares. O certo seria adotar o uso de dinheiro ao invés de vale-transporte que vem se mostrando ineficaz quando o Policial Militar possui um veículo automotor e quando o pega emprestado de alguém, ou quando se vêm de carona. A adoção do vale-transporte em dinheiro geraria também uma vantagem pecuniária para o Policial Militar, agregando valor em seu contra-cheque (Olerite). Poderia também ser adotado uma espécie de vale-combustível e deixar que o Policial Militar escolha aquele que melhor lhe convier.
Existem também a seguinte matéria: PROJETO DE LEI Nº 1260/2000 de autoria do Deputado Hélio Luz.


8 - REGULAMENTO

A nossa ex-governadora Benedita da Silva nos deixou de herança um novo regulamento (DECRETO No. 31.739 DE 28 DE AGOSTO DE 2002), substituindo o arcaico, arbitrário e opressor (DECRETO No. 6.579, DE 05 DE MARÇO DE 1983). Como sempre, o que é bom para os praças da PMERJ, logo acaba. Veio a nossa governadora Rosinha e tirou o regulamento e colocou o antigo de novo. Queremos que o governador reveja a situação e coloque o novo regulamento no lugar, pois é muito injusto um policial militar ter que ficar 4 (quatro) dias sem poder ver a mulher e os filhos por causa do não uso da cobertura (aquele boné maldito), só de exemplo.
Queremos a adoção imediata do NOVO RDPM que foi instituído pelo DECRETO Nº 31.739 DE 28 DE AGOSTO DE 2002 - RDPM - RJ
e nos foi retirado num ato de covardia da então governadora Rosinha Garotinho. Queremos também a reformulação da LEI Nº 443, DE 1º DE JULHO DE 1981 ESTATUTO DOS POLÍCIAIS MILITARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO e das demais leis que regem a PMERJ, sob o motivo de todas serem anteriores a reformulação da CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Solicitamos também o direito a informação, pois ao praça só são passados os deveres e obrigações e NUNCA nos são passados os nossos DIREITOS. É fato e prática comum, esconderem de nós praças, publicações que nos interessam ou que vá nos ajudar em alguma coisa.
A única coisa que nos é informada é quando há punição para ser cumprida. Democratização das informações já !!! Obrigatoriedade de instalação de um quadro de avisos de fácil acesso para todos os Policiais Militares, onde deverá ser colocado todos os dias uma cópia do BOL PM (Boletim da PMERJ) e uma cópia do BOL PM INT (Boletim da PMERJ Interno) e demais publicações que seja do interesse do Policial Militar. Peço também que seja impresso e distribuído a todos os Policiais Militares, as custas do Estado, o RDPM, o ESTATUTO DOS POLICIAIS
MILITARES, todas as N.I.s (Normas de Instrução), RUPMERJ (Regulamento de Uniformes da PMERJ) e demais regulamentos vigentes, para que o Policial Militar possa estar a par do que nos rege.

9 - ACAUTELAMENTO DAS PISTOLAS .40
Tenho um conhecido, Sargento da Polícia Militar que ficara muitos anos adido na PCERJ, mais especificamente na D.A.S. (Delegacia Anti- Sequestro). Quando trabalhou nesta Delegacia, tinha acautelado em seu poder os seguintes ítens:
01 - Uma viatura descaracterizada,
02 - Uma pistola calibre .40,
03 - Um Fuzil M-16,
04 - Um rádio NEXTEL,
05 - Um colete balístico.
O que venho mostrar com isso ?!? Que a PCERJ trata melhor seus funcionários (sejam eles policiais civis ou policiais militares) !!! Que seja liberada a cautela da Pistola calibre .40 para todos os Policiais Militares da ativa. A cautela da Pistola calibre .40 irá ajudar até mesmo na hora de se pegar o armamento na "reserva de armamento", pois o volume de serviço do policial que "paga" as armas será menor e melhor controlado. Pode-se inclusive estudar uma maneira de se acautelar também coletes balísticos para todos os Policiais Militares da ativa. Todos os Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro, têm em seu poder, no mínimo, uma Pistola calibre .40 acautelada em seu nome. Os Oficiais da PMERJ também usufuem desta regalia, por que nós, praças da PMERJ também não podemos ter este tipo de benefício. A Pistola calibre .40 foi liberada para compra, é verdade, mais com preços proibitivos para quem ganha R$ 831,00 (Oitocentos e trinta e um reais) por mês. Que seja feita a justiça e que o praça também tenha o direito de defender a sua vida e da sua família também !!! Que seja realizada a compra de novas Pistolas calibre .40 e que seja acautela uma para cada Policial Militar da ativa. Convém estudo também para que se acautele coletes balísticos para todos os Policiais Militares da ativa também !!!
10- ADIDOS

O governador tem que acabar com a bagunça em que se encontra a Secretaria de Segurança Pública, pois tem policial militar, bombeiro e
agente penitenciário, guarda municipal, polícia ferroviária federal adidos na polícia civil, tem policial militar adido ao Desipe, (inclusive querendo isonomia) tem até guarda municipal e funcionários da Serla e de prefeituras do interior adidos na polícia civil, enfim é uma baderna só. Todas estas corporaçoes temdéficit em seus quadros e no entanto cedem funcionários umas para as outras.
Existem policiais militares adidos a todos os órgãos Federais, Estaduais e Municipais que existem. É policial militar adido na polícia civil, no Desipe, no Detran, na Alerj, no Judiciário, no Executivo e no Legislativo em geral. O mesmo acontece com os Bombeiros, com a polícia civil, com a guarda municipal, etc ...
É difícil de acreditar, que um funcionário que não faça parte da "Secretaria de Segurança Pública" seja adido a mesma, inclusive com arma, viatura e distintivo, mas acontece. Existem funcionários da SERLA na Civil, funcionários de Prefeituras do interios adidos na Polícia Civil, enfim, visite *** http://www.amigosdapoliciacivil.blogspot.com/ *** que você vai ficar de boca aberta. Determinar o regresso de todos os Policiais Militares adidos imediatamente, seja ele adido a que órgão for. Principalmente na Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, pois nesta Instituição co-irmã, existem mais de 1.200 concursados prontos para começar o curso de formação e que estão impedidos pela Justiça. Além deles, existem 200 concursados formados, só esperando nomeação e posse e que também estão sendo impedidos de exercerem os seus direitos por causa da Justiça. Com o regresso destes Policiais Militares a PMERJ, o Governador deixaria de onerar os cofres públicos com novos concursos e melhoraria e legalizaria a escala de serviço e a hora extra na PMERJ.

Mario disse...

ATENÇÃO !!! HOUVE MOVIMENTAÇÃO !!!
VAMOS FICAR DE OLHO !!!


Tramitação de Matérias (Proposições)


SF PEC 00041 / 2008 de 28/10/2008 Selecionar para acompanhamento



Autor SENADOR - Renan Calheiros
Ementa Institui o piso salarial para os servidores policiais.
Indexação ALTERAÇÃO, CONSTITUIÇÃO FEDERAL, DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS, ACRÉSCIMO, DISPOSITIVOS, DEFINIÇÃO, REQUISITOS, HIPÓTESE, COMPROVAÇÃO, IMPOSSIBILIDADE, ESTADOS, (DF), MUNICÍPIOS, IMPLEMENTAÇÃO, PISO NACIONAL, MANUTENÇÃO, CATEGORIA PROFISSIONAL, SEGURANÇA PÚBLICA, UNIFICAÇÃO, PISO SALARIAL PROFISSIONAL, POLICIAL, POLICIAL CIVIL, POLICIAL MILITAR, BOMBEIRO MILITAR, UTILIZAÇÃO, RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS, RECEITA, COOPERAÇÃO TÉCNICA, COOPERAÇÃO FINANCEIRA, UNIÃO FEDERAL, COMPLEMENTAÇÃO, FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA PÚBLICA, FINANCIAMENTO, SEGURANÇA.
Despacho (SF) CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania

Tramitações Inverter ordenação de tramitações (Data Ascendente)


PEC 00041 / 2008
11/11/2008 CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania
** AÇÃO DE SANEAMENTO ** Não houve alterações de saneamento para a presente matéria.

29/10/2008 CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania
Situação: AGUARDANDO DESIGNAÇÃO DO RELATOR
Recebido nesta Comissão. Matéria aguardando distribuição.

28/10/2008 ATA-PLEN - SUBSECRETARIA DE ATA - PLENÁRIO
Leitura. À Comissão de constituição, Justiça e Cidadania. Ao PLEG com destino à CCJ.
Publicação em 29/10/2008 no DSF Página(s): 41976 - 41980 ( Ver Diário )

28/10/2008 PLEG - PROTOCOLO LEGISLATIVO
Este processo contém 05 (cinco) folhas numeradas e rubricadas.



--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Secretaria-Geral da Mesa
Senado Federal - Praça dos Três Poderes - Brasília DF - CEP 70165-900 - Fone: (61)3311-4141

Mario disse...

Quanto a carga horária e a hora extra que são aplicadas na PMERJ,comunico-lhes que no mínimo estão descumprindo diversas leis que versam sobre este assunto !!!

Vamos a elas:


LEI Nº 1900, DE 29 DE NOVEMBRO DE 1991.

DECRETO Nº 25.538 DE 25 DE AGOSTO DE 1999.

RESOLUÇÃO SSP Nº 510, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2002.

LEI Nº 443, DE 1º DE JULHO DE 1981ESTATUTO DOS POLICIAIS-MILITARES DO
ESTADO DO RIO DE JANEIRO em seu Art. 48Incisos V, VI e VII.


Isso sem falar das Indicações Legislativas e nos Projetos de lei, vamos a eles:


PROJETO DE LEI Nº 06/2007 de autoria do Deputado PAULO RAMOS.

INDICAÇÃO LEGISLATIVA Nº 065, de 07DE OUTUBRO DE 1999 de autoria do
próprio SÉRGIO CABRAL FILHO na época em que era Deputado Estadual.

INDICAÇÃO Nº 6187/2002 Autoria do Deputado SIVUCA.

INDICAÇÃO Nº 6134/2002 Autoria do Deputado DICA.

Em toda a PCERJ, CBMERJ e a SEAP, sem falar da PRF e PF, já cumprem a lei quanto a carga horária e a hora extra. Por quê não cumprem a lei com a PMERJ ?!?

Mario disse...

ORDEM DO DIA
Veto Total Aposto Ao Projeto De Lei 06/2007





Informações Básicas
Informações Básicas

Sessão: Ordinária
Autor do Documento: Sandra Varela/ALERJ Data da Criação: 18/11/2008
__________________________________________________________________

Data da Sessão: 18/11/2008 Hora: 16:44
__________________________________________________________________


Texto da Ordem do Dia
A SRA. PRESIDENTE (Graça Matos) - ANUNCIA-SE A DISCUSSÃO ÚNICA EM TRAMITAÇÃO ORDINÁRIA DO VETO TOTAL APOSTO AO PROJETO DE LEI 06/2007, DE AUTORIA DO DEPUTADO PAULO RAMOS, QUE FIXA A JORNADA DE TRABALHO POLICIAL-MILITAR E BOMBEIRO MILITAR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
(PENDENDO DE PARECER DA COMISSÃO DE EMENDAS CONSTITUCIONAIS E VETOS)

Para emitir parecer pela Comissão de Emendas Constitucionais e Vetos, tem a palavra o Sr. Deputado Paulo Melo.

O SR. PAULO MELO (Para emitir parecer) – Sra. Presidente, o parecer da Comissão de Emendas Constitucionais e Vetos é pela manutenção do Veto.

A SRA. PRESIDENTE (Graça Matos) – Atenção, Srs. Deputados, iniciamos o processo de votação e procederemos à chamada nominal.

A Presidência convoca o Sr. Deputado Paulo Melo como escrutinador, já que o Sr. Deputado Gilberto Palmares tem um compromisso e terá que se ausentar.

A Presidência designa como escrutinadores os Deputados Gilberto Palmares e Edino Fonseca, membros da Mesa Diretora.

(PROCEDE-SE À CHAMADA NOMINAL)

A SRA. PRESIDENTE (Graça Matos) – Encerrado o processo de votação, a Presidência proclama o resultado. Votaram 54 Srs. Deputados. 9 “sim, 45 “não” e nenhuma abstenção.

O Veto foi mantido.

VOU TENTAR DESCUBRIR QUEM FORAM OS DESGRAÇADOS DOS 45 DEPUTADOS QUE VOTARAM PELO VETO.

CARGO DE DEPUTADO ESTADUAL NÃO É VITALÍCIO E OUTRAS ELEIÇÕES VIRÃO.

DESGRAÇADOS, QUE APODREÇAM NO INFERNO JUNTO COM O 15 MALDITO.

sérgio disse...

http://br.youtube.com/watch?v=njESqa6H7Ko


http://odia.terra.com.br/blog/blogdaseguranca/200808archive001.asp

Vigário Geral: tragédias por todos os lados
Por Gustavo de Almeida


Nesta sexta-feira, completaram-se 15 anos da triste chacina de Vigário Geral, quando 21 inocentes foram assassinados da forma mais insana possível, em uma vingança sangrenta que tomou conta do noticiário internacional. A Ordem dos Advogados do Brasil, seção Rio, lembrou a data, mas já é possível perceber que aos poucos a cidade vai deixando as trágicas lembranças da chacina para trás. Os atos vão sendo esvaziados. O noticiário na TV vai ficando mais ralo, e até mesmo os nomes de mortos e matadores vão sendo menos escritos. Até mesmo um dos matadores foi morto em maio, sem que se fizesse muito alarde disto.
Vigário Geral e o Rio de Janeiro se refletem em um espelho, quando somam impunidade e injustiça.
Uma das parentes de vítima teve a indenização negada no fim do ano passado pela Justiça, sem maiores explicações. É obrigação do Estado recorrer, como manda a lei. Mas surpreendeu que em última instância a vítima tenha perdido. É inexplicável. Trata-se de uma senhora que até hoje vive em Vigário, sem maiores perspectivas. Não sabe nem que a vida lhe foi injusta. Já não sabe o que é vida.
Poucos sabem, mas há um PM no caso de Vigário Geral que acabou se tornando vitima. Trata-se de Sérgio Cerqueira Borges, conhecido como Borjão.
Borjão foi um dos presos que em 1995 já eram vistos como inocentes, colocados no meio apenas por ser do 9º´BPM. A inocência de Borjão no caso era tão patente que ele inclusive foi o depositário de um equipamento de escuta pelo qual o Ministério Público pôde esclarecer diversos pontos em dúvida.
Borjão foi expulso da PM antes mesmo de ser julgado pela chacina. Era preso disciplinar por "não atualizar endereço".
Borjão conta até hoje que deu depoimento em seu Conselho de Disciplina sob efeito de tranqüilizantes, ainda no Batalhão de Choque. Seus auditores sabiam disto. "No BP-Choque, fomos torturados com granadas de efeito moral as vésperas do depoimento no 2º Tribunal do Júri, cujos fragmentos foram apresentados à juíza, que enviou a perícia. Isto consta nos autos, mas nada aconteceu", conta Borjão, hoje sem uma perna e com a saudade de um filho, assassinado em circunstâncias misteriosas, sem que ele nada pudesse fazer.
"No Natal fui transferido para a Polinter. Protestei aos gritos contra a injustiça. e Me mandaram para o hospital psiquiátrico em Bangu mas, por não ter sido aceito, retornei e em dias fui transferido para Água Santa. Lá também fui espancado e informei no dia seguinte em juízo, estando com diversos ferimentos, mas sequer fiz exame de corpo delito. Transferido para o Frei Caneca, pude ajudar a gravar as fitas com as confissões e em seguida fui transferido para o Comando de Policiamento do Interior. Após a perícia das fitas fui solto. Dei entrevistas me defendendo e tive minha liberdade provisória cassada e me mandaram para o 12ºBPM a fim de me silenciarem. No júri, fui absolvido. Meus pedidos de reintegração à PM nunca foram respondidos".
A história de Borjão ao longo de todos estes 15 anos só não supera mesmo a dor de quem perdeu alguém na chacina. Mas eu não estaria exagerando se dissesse que Sérgio Cerqueira Borges acabou se tornando uma vítima de Vigário Geral. "Tive um filho com 18 anos assassinado por vingança. Sofri vários atentados e um deles, a tiros, me fez perder parcialmente os movimentos da perna esquerda. Sofro de diabete, enfartei aos 38 anos e vivo com um tumor na tireóide. Hoje em dia tento reintegração à PM em ação rescisória, o processo é o número 2005.006.00322 no TJ, com pedido de tutela antecipada para cirurgia no Hospital da PM para extração do tumor. Portanto, vários atentados à dignidade humana foram cometidos. As pessoas responsáveis nunca responderão por diversas prisões de inocentes? Afinal foram 23 inocentes presos por quase quatro anos com similares seqüelas. A injustiça queima a alma e perece a carne!", desabafa Borjão.
Borjão hoje conta com ajuda da OAB para lutar por sua reintegração. Mas o desafio é gigantesco.
Triste ironia do destino: o policial hoje mora em Vigário, palco da tragédia que o jogou no limbo.
A filha dele, no entanto, me contou há alguns dias que não houve tempo suficiente para esperar pela Justiça e pela PM - Borjão teve que operar às pressas o tumor na tireóide no Hospital Municipal de Duque de Caxias. A cirurgia foi bem. Sérgio Cerqueira Borges vai sobreviver mais uma vez.
Sobreviver de forma quase tão dura como os parentes de 21 inocentes, estas pessoas que sobrevivem mais uma vez a cada dia, a cada hora. No Rio de Janeiro é assim: as tragédias têm vários lados e a tristeza de quem tem memória dificilmente se dissipa. Pelo menos nesta data, neste 29 de agosto que nos asfixia.


POSTADO POR: Gustavo de Almeida às 19:38 :: Arquivado Comentário (22)
Vigário Geral
Eu e o Cel Laranjeiras conhecemos a verdadeira história. Na época me rebelei durante as investigações e fui perseguido por dois anos. Meu depoimento em Juízo absolveu oito policiais militares e um policial civil. A política do governo na época era dar uma satisfação a sociedade foram cometidas inúmeras ilegalidades, as quais enumerei em Juízo. Peça a nossa amiga em comum que eu lhe conto a verdaeira história.
Eduardo
Eduardo (ejas@oi.com.br)
Sab, 30 Ago 2008 00:14:54 GMT
BASTA SER PM PARA SER CULPADO
Quando ocorrem fatos dessa natureza, desperta-se o clamor público por punição aos culpados, então os responsáveis pela investigação, diante da enorme pressão,acabam fazendo as coisas atabalhoadamente. Quem se lembra do PM e evangélico ?
aquele, que por ser negro, foi apontado erroneamente como um dos culpados no caso dos meninos da candelária, em uma investigação de um Coronel da PM, ficando preso injustamente, até que se descobrisse que ele era inocente.
Anônimo
Sab, 30 Ago 2008 07:47:10 GMT
Um dia qualquer a grande imprensa terá de assumir para si a responsabilidade de investigar e divulgar a VERDADE do que houve naqueles tempos malditos. Num país que pretende se tornar um "Estado Democrático de Direito" é fundamental que exista uma imprensa livre, investigativa e compromissada com a VERDADE, mesmo passada. Foram tão teratológicas as injustiças praticadas contra aqueles que foram selecionados como "gado" para responder pela chacina de Vigário Geral, que nenhum dinheiro será capaz de repará-las nem afago algum trará de volta os que morreram com a mácula de um crime terrível que não cometeram. Pois pior ainda foi a solução: o assassinato moral de policiais inocentes, que antes de perderem o corpo tiveram suas almas torturadas num dos maiores absurdos já havidos na justiça brasileira. Pior ainda é que todos os grandes nomes da mídia sabem que a chacina de Vigário Geral tornou-se "Conto do Vigário Geral" nas ondas do clamor público. Agora não há mais clamor. O que falta, então, para reconstituir a VERDADE? Nada! Não falta nada! Há, principalmente, centenas de denúncias forjadas, que a Justiça apurou e confirmou, uma a uma. Falta, sim, apontar os vilões da história, os "chacinadores" da moral alheia. E, principalmente, falta a sociedade saber que não há um só réu condenado pela chacina de Vigário Geral. O tenebroso crime ficou impune, ou melhor, teve o acréscimo de muitos inocentes igualmente chacinados pelo sistema governamental. Mas o desafio permanece e cabe à imprensa restaurar a VERDADE DOS FATOS. Não sendo assim, só resta amargar a morte da alma dos "mortos em vida" e lamentar os "mortos e enterrados". Eis um crime em que só houve vítimas: 04 PMs trucidados por traficantes, 21 favelados assassinados cruelmente, e 33 inocentes imolados em igual crueldade para salvar os verdadeiros responsáveis pela anomia que imperava absoluta no RJ dos tempos da maldição brizolista. Na luta entre os rotos e os esfarrapados, sobraram os trapos humanos. O Borjão é apenas um exemplo, única voz que ainda tem força para clamar por justiça! Que seja ele ouvido!

Emir
Emir Larangeira (emirlarangeira@hotmail.com)
Sab, 30 Ago 2008 09:49:26 GMT
No Brasil, quem julga é a imprensa, ela escolhe os culpados e os inocentes, depois que a pessoa é desmoralizada, massacrada na mídia, é tarde demais prá se recuperar. Pior é a Polícia se deixar envolver com essa irresponsabilidade.
Marli Moraes (marlimoraess@yahoo.com.br)
Dom, 31 Ago 2008 06:51:13 GMT
ESSA TAL DEMOCRACIA......
É verdade que o melhor do ser humano é a sua consciência, ou seja, o direito que tem de se expressar livremente para poder realmente "vivenciar a vida" e assim contribuir para um melhor amanhã para si e principalmente para os que virão. E foi isso que nos prometeram esse grupo de mandatários, líderes políticos, que calcados naquilo que diziam serem os valores éticos e morais de uma sociedade alçaram as mais altas e importantes camadas do Poder Público, também prometendo que à partir daquela época viveríamos num país melhor.
Passaram-se anos e diversificados partidos e seus líderes políticos tiveram a oportunidade de demonstrar que era sim possível a existência de um novo Brasil - um acertado pais para todos os brasileiros, feito à partir dos erros que não mais se repetiriam.

Infelizmente nada disso aconteceu e basta um novo pleito eleitoral para que as mesmas promessas do passado sejam copias repetidas, embora decorrido mais que 20 anos que tenham vindo à baila pela boca de dos referidos ou dos seus antecessores, muitos deles seus pais avós ou tios.
Essas cinqüenta e uma vítimas da chacina de Vigário Geral representam toda essa ineficácia desse Estado Brasil, ou melhor, significam a inexistência do próprio Estado, muito menos no afamado "estado democrático de direito" que eles, os mandatários desta nação (também com letra minúscula) insistem dizer existir à população. E nesse cinismo deslavado dos nossos mandatários outras chacinas são cometidas dia após dia sem que ao menos nos demos conta.
Essa tal democracia, que na verdade é uma anarquia, mata diariamente gente e mentes, pois ao contrário do que prometeram jamais disponibilizaram aos menos favorecidos condições dignas de educação e saúde e muito menos ainda de segurança. Muitos, velhos jovens e criança, morrem sem terem a oportunidade de um tratamento médico eficaz; relegados a uma casta de incapazes de toda ordem as crianças e os adolescentes têm suas mentes assassinadas pelo simples fato de nascerem pobres, pois o sistema educacional sequer ensina o beabá e a aritmética fundamental que o livrará do analfabetismo - e tome-lhe camisinhas e bate rebate na lata.
E o que tudo isso tem a ver com o Borjão?
O Borjão representa todos os policias que são vítimas desse fracasso social dessa mentirosa tal democracia - não ele, mas o que fizeram com ele. Em pleno "estado democrático de direito" Borjão foi preso, processado, torturado e julgado sem a prova necessária para que isso tivesse ocorrido - foi excluído da sua condição de cidadão pelo simples fato de ser policial militar e um pseudo-suspeito da participação de um crime que até hoje não foi apurado. Pior ainda, esse "estado democrático de direito" que tanto luta pelo reconhecimento do direito(?) dos "guerrilheiros" e rapidamente a eles concede polpudas indenizações, nega reconhecer que errou e deixam de conceder ao Borjão aquilo que, cruel e injustamente, lhe tiraram, a dignidade, a honra e o direito que ele tinha de ser Policial.
Quem acreditar nessa "tal democracia e em seus representantes" que vote.
Laecio (laealsi@yahoo.com.br)
Dom, 31 Ago 2008 13:04:19 GMT
OS PRIVILÉGIOS DO PODER EXECUTIVO
Os deputados estaduais deveriam fiscalizar os atos do executivo. porque não o fazem? Justamente porque se tornaram apêndice do governo do estado!!!

Porque os deputados que vieram da instituição POLÍCIA não fazem nada por aqueles que lá permaneceram?

Porque em vez de colocar oficiais e delegados os familiares dos praças não elegem também um praça para lutar pelos seus objetivos?

A política é o meio mais fácil para conseguirmos os nossos objetivos. Separados não somos nada, entretanto, juntos somos uma força gigantesca com capacidade de mudar o rumo da história!!!

Se pararmos de reclamar e nos organizarmos politicamente facilmente chegaremos aos nossos objetivos! Difícil é convencer as pessoas do óbvio!

A palavra mágica é OBJETIVO, e quando for descoberto pelos policiais certamente vão parar de reclamar e construir a sua independência!

Imaginem uma campanha de esclarecimento e comprometimento realizada durante dois anos. Facilmente esta categoria terá pelo menos dois deputados na próxima administração publica de nosso estado!

Aí sim, poderão gozar dos privilégios do PODER LEGISLATIVO, que tem por obrigação fiscalizar os atos do poder executivo!!!

Pena que são desorganizados...
Vanguarda (vanguarda@gmail.com)
Dom, 31 Ago 2008 18:23:50 GMT
LINDO TEXTO DE UMA MÍDIA CONCORRENTE
Vigário Geral, 15 anos depois

Só vi a OAB-RJ realizar um ato pelos 15 anos da Chacina de Vigário Geral, sexta-feira passada. Senti falta de uma grande manifestação, lembrando desse massacre contra 21 moradores da favela, todos trabalhadores, por um grupo de 50 policiais militares, em sua maioria integrantes da famigerada quadrilha apelidada de Cavalos Corredores, um subgrupo de policiais do 9o BPM (Rocha Miranda). Mas se hoje nem os seis mil homicídios anuais do Rio são suficientes para tirar as pessoas de casa, imagine uma chacina de 21 pessoas pobres e praticamente anônimas, que ocorreu há 15 anos. A falta de atos em memória da barbárie definitivamente contribui para reduzir a nossa memória pessoal dos fatos. Eu mesmo, que acompanho o tema, me confundi. Achei que faria 15 anos hoje, mas na verdade foi ontem, dia 30 de agosto.

A chacina ocorreu na madrugada de 30 de agosto de 1993 e não 29 de agosto - como podem pensar, durante o governo Brizola. O prefeito já era Cesar Maia. Ela teria sido motivada como represália de policiais ligados a quatro PMs que foram mortos por bandidos daquela favela, durante um "acerto" mal acabado, na Praça Catolé do Rocha. Vivíamos, de certo modo, tempos piores do que os atuais, quando as mortes de policiais eram vingadas da maneira mais sórdida.

Naquela época eu já trabalhava mais na edição, estava me afastando das ruas. Era editor-assistente do "Jornal do Brasil", onde o editor de cidade era o mestre Altair Thury. A imagem mais marcante para mim foi a da foto em seis colunas, ocupando um extremo ao outro da primeira página, sob a manchete de duas linhas, do mesmo tamanho da fotografia: os corpos nas gavetas do IML colocados lado a lado. Não tenho certeza, mas muito provavelmente foi idéia de algum fotógrafo, que aproveitou um descuido do pessoal do rabecão (os bombeiros ainda não haviam entrado nesse trabalho, se não me falha a memória). Hoje, muito provavelmente as autoridades de plantão não teriam dado esse "mole" e permitido a visualização de duas fileiras de gavetas com cadáveres de uma chacina. As gavetas, alinhadas, estão cercadas por curiosos e moradores, coisa rara também de se ver em áreas pobres. O normal seria que ninguém se aproximasse e muito menos manifestasse indignação, temendo mais represálias.

Só que a chacina chocou o país e exigiu dos governantes medidas rápidas, que resultaram até em injustiças contra policiais militares (a maioria dos envolvidos, porém, continua impune). Como se tentasse evitar que as mortes fossem em vão, Vigário Geral produziu também uma reação da sociedade, jamais vista no Rio. Seu impacto acelerou o surgimento de movimentos sociais como o Viva Rio, que em dezembro de 93, organizou a primeira grande manifestação pública contra a violência na cidade. Do hediondo crime, nasceu também um dos mais eficientes movimentos de resgate da cidadania nas favelas, o AfroReggae, que cresceu e gerou frutos na luta antiviolência. O massacre também resultou num livro emblemático do grande Zuenir Ventura, que nos recompensou com um título que passou a resumir a realidade carioca: Cidade Partida.

Vigário Geral, porém, não ajudou a mudar tudo. Treze anos depois, em 31 de março, ocorria novo recorde fúnebre: 29 mortos novamente por uma quadrilha de PMs, no massacre que ficou conhecido como Chacina da Baixada, que entra ano e sai ano, a gente nem lembra mais.
james bond (jamesbond666@hotmal.com)
Dom, 31 Ago 2008 21:07:12 GMT
Vigário Geral
Concordo plenamento com o amigo Larangeira. A imprensa deveria de publicar a verdadeira versão e não a produzida no governo do Brizola. Coloquei-me a disposição do autor do texto inicial. Mesmo não conhecendo os PM´s eleitos para responder pelo crime ofereci-me espontaneamente para testemunhar o que presenciei, mesmo sabendo o que encontraria pela frente.Não me arrependo da decisão tomada há época, simplesmente,a tomei porque ia de encontro aos meus princípios. Por lado valeu a pena.Foi quando iniciou-se a minha amizade com o Larangeira e outros PM`s injustiçados.
Um abraço ao amigo Larangeira.
Eduardo (ejas@oi.com.br)
Dom, 31 Ago 2008 23:43:09 GMT
Caro Eduardo

Pouca gente como você conhece os bastidores da trapaçaria urdida pelo sistema naquela época. Você foi um dos poucos que se rebelaram contra os membros do sistema e recebeu o seu castigo por isso. Hoje eu li nos jornais que farão um filme sobre Vigário Geral. A nota de O GLOBO informa que a "roteirista" é a Dra. Cristina Leonardo. Por aí já se imagina a tônica do que virá. Estarei de prontidão, aguardando, porque hoje a situação é outra. Qualquer mentira divulgada encontrará uma decisão judicial contestando-a e os processos de reparação talvez sejam necessários. Por mim, não desisto de bombardear esses "arapongas" e aproveitadores da desgraça alheia. Irei assim até meus último dias.

Um abraço e obrigado por tudo. Você é um dos poucos que sabem o sentido da verdade e da justiça!

Emir
Emir Larangeira (emirlarangeira@hotmail.com)
Seg, 01 Set 2008 09:03:10 GMT
Caro Cel. Laranjeiras.
Como um jovem membro da corporação (ainda um bola de ferro) vejo que as estorias que sempre ouvi sobre o Sr. tornam-se histórias. Como no filme do 174 e outros espero que não fique a imagem de uma policia que só serve para matar, roubar e destruir.
Como o sr. bem sabe, não temos voz perante a midia e nem a sociedade, espaços como o deste blog são rarissímos pela imparcialidade. O sr. fala em açoes contra as mentiras; apoio a idéia e sugiro que antes de ser lançado que oficiais como o sr, Cel. Wilton, Cel. Ubiratan e outros impessam que estórias sejam contadas como história.
Nossa guerra é diária e está sendo contada pela ótica de um só lado, que oculta partes enormes da verdade.
Luciano Carriço (lucianocarrico@bol.com.br)
Seg, 01 Set 2008 20:03:22 GMT
Então, que venha a verdade
Até ora a Polícia sempre pagou o preço pelas mazelas dessa sociedade. Melhor dizendo, a Polícia não, os policiais, os buchas (tiras e praças), pagam esse alto preço, pois as corporações continuam a existir mesmo com os continuados erros, enquanto que muitos desses "buchas" (desculpem, mas assim o é) estão continuamente sendo excluídos das instituições e da vida - "... a vida passa, o tempo voa e a Polícia(?) continua numa boa..."
Essa guerra suja da sociedade dominadora contra os demais da população sobra sempre para os escolhidos a fazer " o trabalho sujo" - e quando a sujeira é eterna o povo limpa a sua e a dos mandatários-reis.
A chacina de Vigário Geral deveria ter sido um "divisor de águas" na condução de uma política de segurança, educação e saúde pública, pois com meias verdades, verdades ou mentiras era uma bárbara chacina de 21 pessoas cruelmente assassinadas. Deveria ter sido um marco na condução das políticas públicas, visto que era a primeira vez que a população brasileira se insurgia contra uma barbárie daquela espécie, embora outras tantas já tivessem ocorrido nessa nossa Pátria Mãe, so que em menor número de vítimas - quase que diariamente (pesquisem)umas cinco ou seis de uma só vez, como era muito freqüente na baixada fluminense.
O tempo passa, o tempo voa. A não ser a compra de novas armas, novas viaturas, novos uniformes, carros blindados, fuzis, e computadores, e dos adventos dos os falcões azul e os zepelins da vida (lembram), nada de novo aconteceu. E tudos isso é para melhorar a polícia - tá bom....eu acredito.
Mas o que é novo. Novidade seria investimentos no homem e não somente nas armas, nos uniformes, e nas máquinas - qual nada.....falta comprar o aviãozinho que foi usado no Haiti.
Então, Srs.Eduardo (ejas@oi.com.br),Emir Larangeira (emirlarangeira@hotmail.com) e james bond (jamesbond666@hotmal.com), esse último que sequer teve a coragem de se identificar, que, "então, venha a verdade, pois os "bolas de fogo" não merecem continuar pagando dívidas passadas. A não ser que se anseia por outras chacinas.
Laecio (laealsi@yahoo.com.br)
Ter, 02 Set 2008 15:47:21 GMT
A verdade
Sr. Laecio.
Procure por ela e a encontrará.
Eduardo (ejas@oi.com.br)
Qua, 03 Set 2008 20:57:09 GMT
ENIGMA
Sr. Eduardo
Toda a socieade está querendo saber o que houve e o Sr. foi quem disse que sabia da verdade em um dos seus comentários, acima. Veja:
"Vigário Geral
Concordo plenamento com o amigo Larangeira. A imprensa deveria de publicar a verdadeira versão e não a produzida no governo do Brizola. Coloquei-me a disposição do autor do texto inicial. Mesmo não conhecendo os PM´s eleitos para responder pelo crime ofereci-me espontaneamente para testemunhar o que presenciei, mesmo sabendo o que encontraria pela frente.Não me arrependo da decisão tomada há época, simplesmente,a tomei porque ia de encontro aos meus princípios. Por lado valeu a pena.Foi quando iniciou-se a minha amizade com o Larangeira e outros PM`s injustiçados.
Um abraço ao amigo Larangeira.
Eduardo (ejas@oi.com.br"

De forma alguma quero aborrecê-lo. Não é esse o propósito.
Um abraço.
Laecio (laealsi@yahoo.com.br)
Qui, 04 Set 2008 13:35:56 GMT
"Você sabia, Sr. gustavo, que todos os PPMM acusados na Chacina de Vigário Geral foram sumariamente submetidos a CD ou CRD? E mais, foram açodadamente excluídos ou licenciados?
O pior foi que o motivo do desligamento das Fileiras da Corporação NÃO foi a chacina. Vergonhosamente foram expurgados or causa de bigode, pq não atualizaram o endereço, etc., etc., motivos que jamais ensejariam a pena máxima.
Devido o grande número de réus e a complexidade do processo, os julgamentos só começaram 05 anos depois da chacina.
Em Comandos passados alguns conseguiram retornar administrativamente - em adminstrações que tinham senso de Justiça e reconheceram seus erros.
Outros, como o BORJÃO, mesmo absolvidos, com a mudança do comando não vão voltar MESMO!!!!!
Lembre-se, Borjão, que o atual Sr. CG, à época, fazia parte da PM2.
Quem sabe, amigo, seus filhos consigam a sua reintegração "post mortem" (desculpe-me o desabafo).
NÃO desanime, um dia você conseguirá e rotornará MAJOR.
TC
Qui, 04 Set 2008 19:56:36 GMT
Vigário Geral
Laecio,
Coloquei-me a disposição de quem iniciou o artigo.
Ele sabe onde me encontrar.
Afirmo que a verdadeira história deveria ser publicada pela imprensa que desestruturaram diversas famílias de policiais. Pare e pense: Os filhos desses policiais nos colégios e os colegas virarem para eles e falarem: Seu pai é um assassino. Como disse a advogada de alguns deles, que após conhecê-la tornou-se uma grande amiga. A INJUSTIÇA É UMA CICATRIZ IRREMOVÍVEL.
uM ABRAÇO.
Eduardo (ejas@oi.com.br)
Qui, 04 Set 2008 21:37:48 GMT
A verdade os pensadores já nos ensinaram a muito, qual seja:
O MP segue os ensinamentos de Nicolau Maquiavel "Defender o príncipe (O Estado), mesmo no sacrifício dos inocentes e de Kant (Como no jogo do bicho, vale o escrito, mas quando favorece o príncipe);
O Defensor Público e o Privado já seguem Aristóteles em busca da verdade equitativa;
E eu faço dos ensinamentos de Von Ihering em A LUTA PELO DIREITO a minha bíblia; talvez queiram que siga a Sócrates, mas a sicuta cujo me obrigaram a beber não padecerei calado.
Sérgio Borges, EX-PM hoje acadêmico em Direito.
Sérgio Borges (scerqueiraborges@bol.com.br)
Qui, 04 Set 2008 23:22:29 GMT
VERDADE PROCESSUAL!
A verdade os pensadores já nos ensinaram a muito, qual seja:
O MP segue os ensinamentos de Nicolau Maquiavel "Defender o príncipe (O Estado), mesmo no sacrifício dos inocentes, e, de Kant (Como no jogo do bicho, vale o escrito, mas quando favorece o príncipe);
O Defensor Público e o Privado já seguem Aristóteles em busca da verdade equitativa;
E eu faço dos ensinamentos de Von Ihering em A LUTA PELO DIREITO a minha bíblia; talvez queiram que siga a Sócrates, mas a cicuta cujo me obrigaram a beber não padecerei calado.
Sérgio Borges, EX-PM hoje acadêmico em Direito.
Sérgio Borges (scerqueiraborges@bol.com.br)
Qui, 04 Set 2008 23:32:55 GMT
A INJUSTIÇA É UMA CICATRIZ IRREMOVÍVEL.
Eduardo
Acho que estamos falando da mesma coisa, de forma diferente:Que a verdade venha à tona; que, seus conhecimentos sobre o caso sejam publicados.
Como diziam os "antigos", até mais ver.
Laecio (laealsi@yahoo.com.br)
Sex, 05 Set 2008 16:34:24 GMT
A verdade
O grito pela verdade de uma só pessoa não ecoará o suficiente para a sociedade. Várias pessoas gritando já faz algum ruído. Como já disse: Estou a disposição para falar a verdade.
Eduardo (ejas@oi.com.br)
Sex, 05 Set 2008 23:41:40 GMT
Vejam também:

http://www.emdiacomacidadania.com.br/post.php
Sérgio Borges (scerqueiraborges@bol.com.br)
Sab, 06 Set 2008 17:53:21 GMT
Não resgata a honra.
Terça-feira, 20 de Novembro de 2007
PM absolvido na chacina de Vigário Geral receberá indenização do Estado


Rio - Quatorze anos depois da chacina de Vigário Geral, o policial militar Fernando Gomes de Araújo, preso indevidamente por mais de dois anos por suposta participação no crime ocorrido em agosto de 1993, será indenizado pelo Estado do Rio de Janeiro em R$ 100 mil - corrigidos monetariamente - a título de danos morais.






O policial, que ficou preso preventivamente e sem o devido processo legal por 741 dias, foi absolvido por insuficiência de indícios de sua participação no crime sem sequer ser pronunciado em juízo.Ao julgar o recurso do MPE pela improcedência do pedido de indenização, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro entendeu que o Estado não responde pelo chamado erro judiciário a não ser nos casos expressamente declarados em lei e que a prisão do policial foi de interesse da Justiça e do próprio acusado para comprovar sua inocência.Em seu voto, o ministro Luiz Fux sustentou que uma prisão ilegal por tempo tão excessivo viola a Constituição e afronta o princípio fundamental da dignidade humana. De acordo com os autos, Fernando Gomes de Araújo não foi pronunciado porque não havia indícios suficientes da sua participação na chacina. Ele provou que não estava no local no momento do crime, quando 21 pessoas foram assassinadas e outras quatro sofreram lesão grave.O policial militar ficou preso do dia 30 de junho de 1995 até o dia 1º de julho de 1997, data em que foi expedido o alvará de soltura. Posteriormente, também ficou detido na carceragem do quartel da PM de 7 de julho a 17 do mesmo mês de 1997 por conta de corretivo aplicado pelo Comando da Polícia Militar, totalizando 741 dias de prisão.
Sérgio Borges (scerqueiraborges@bol.com.br)
Dom, 07 Set 2008 19:37:25 GMT

Comentário aguardando aprovação.

sérgio disse...

Deveriam ter falado isto ao canalha do CEL PM BRUM!

http://br.youtube.com/watch?v=njESqa6H7Ko

http://odia.terra.com.br/blog/blogdaseguranca/200808archive001.asp

Vigário Geral: tragédias por todos os lados
Por Gustavo de Almeida


Nesta sexta-feira, completaram-se 15 anos da triste chacina de Vigário Geral, quando 21 inocentes foram assassinados da forma mais insana possível, em uma vingança sangrenta que tomou conta do noticiário internacional. A Ordem dos Advogados do Brasil, seção Rio, lembrou a data, mas já é possível perceber que aos poucos a cidade vai deixando as trágicas lembranças da chacina para trás. Os atos vão sendo esvaziados. O noticiário na TV vai ficando mais ralo, e até mesmo os nomes de mortos e matadores vão sendo menos escritos. Até mesmo um dos matadores foi morto em maio, sem que se fizesse muito alarde disto.
Vigário Geral e o Rio de Janeiro se refletem em um espelho, quando somam impunidade e injustiça.
Uma das parentes de vítima teve a indenização negada no fim do ano passado pela Justiça, sem maiores explicações. É obrigação do Estado recorrer, como manda a lei. Mas surpreendeu que em última instância a vítima tenha perdido. É inexplicável. Trata-se de uma senhora que até hoje vive em Vigário, sem maiores perspectivas. Não sabe nem que a vida lhe foi injusta. Já não sabe o que é vida.
Poucos sabem, mas há um PM no caso de Vigário Geral que acabou se tornando vitima. Trata-se de Sérgio Cerqueira Borges, conhecido como Borjão.
Borjão foi um dos presos que em 1995 já eram vistos como inocentes, colocados no meio apenas por ser do 9º´BPM. A inocência de Borjão no caso era tão patente que ele inclusive foi o depositário de um equipamento de escuta pelo qual o Ministério Público pôde esclarecer diversos pontos em dúvida.
Borjão foi expulso da PM antes mesmo de ser julgado pela chacina. Era preso disciplinar por "não atualizar endereço".
Borjão conta até hoje que deu depoimento em seu Conselho de Disciplina sob efeito de tranqüilizantes, ainda no Batalhão de Choque. Seus auditores sabiam disto. "No BP-Choque, fomos torturados com granadas de efeito moral as vésperas do depoimento no 2º Tribunal do Júri, cujos fragmentos foram apresentados à juíza, que enviou a perícia. Isto consta nos autos, mas nada aconteceu", conta Borjão, hoje sem uma perna e com a saudade de um filho, assassinado em circunstâncias misteriosas, sem que ele nada pudesse fazer.
"No Natal fui transferido para a Polinter. Protestei aos gritos contra a injustiça. e Me mandaram para o hospital psiquiátrico em Bangu mas, por não ter sido aceito, retornei e em dias fui transferido para Água Santa. Lá também fui espancado e informei no dia seguinte em juízo, estando com diversos ferimentos, mas sequer fiz exame de corpo delito. Transferido para o Frei Caneca, pude ajudar a gravar as fitas com as confissões e em seguida fui transferido para o Comando de Policiamento do Interior. Após a perícia das fitas fui solto. Dei entrevistas me defendendo e tive minha liberdade provisória cassada e me mandaram para o 12ºBPM a fim de me silenciarem. No júri, fui absolvido. Meus pedidos de reintegração à PM nunca foram respondidos".
A história de Borjão ao longo de todos estes 15 anos só não supera mesmo a dor de quem perdeu alguém na chacina. Mas eu não estaria exagerando se dissesse que Sérgio Cerqueira Borges acabou se tornando uma vítima de Vigário Geral. "Tive um filho com 18 anos assassinado por vingança. Sofri vários atentados e um deles, a tiros, me fez perder parcialmente os movimentos da perna esquerda. Sofro de diabete, enfartei aos 38 anos e vivo com um tumor na tireóide. Hoje em dia tento reintegração à PM em ação rescisória, o processo é o número 2005.006.00322 no TJ, com pedido de tutela antecipada para cirurgia no Hospital da PM para extração do tumor. Portanto, vários atentados à dignidade humana foram cometidos. As pessoas responsáveis nunca responderão por diversas prisões de inocentes? Afinal foram 23 inocentes presos por quase quatro anos com similares seqüelas. A injustiça queima a alma e perece a carne!", desabafa Borjão.
Borjão hoje conta com ajuda da OAB para lutar por sua reintegração. Mas o desafio é gigantesco.
Triste ironia do destino: o policial hoje mora em Vigário, palco da tragédia que o jogou no limbo.
A filha dele, no entanto, me contou há alguns dias que não houve tempo suficiente para esperar pela Justiça e pela PM - Borjão teve que operar às pressas o tumor na tireóide no Hospital Municipal de Duque de Caxias. A cirurgia foi bem. Sérgio Cerqueira Borges vai sobreviver mais uma vez.
Sobreviver de forma quase tão dura como os parentes de 21 inocentes, estas pessoas que sobrevivem mais uma vez a cada dia, a cada hora. No Rio de Janeiro é assim: as tragédias têm vários lados e a tristeza de quem tem memória dificilmente se dissipa. Pelo menos nesta data, neste 29 de agosto que nos asfixia.


POSTADO POR: Gustavo de Almeida às 19:38 :: Arquivado Comentário (22)
Vigário Geral
Eu e o Cel Laranjeiras conhecemos a verdadeira história. Na época me rebelei durante as investigações e fui perseguido por dois anos. Meu depoimento em Juízo absolveu oito policiais militares e um policial civil. A política do governo na época era dar uma satisfação a sociedade foram cometidas inúmeras ilegalidades, as quais enumerei em Juízo. Peça a nossa amiga em comum que eu lhe conto a verdaeira história.
Eduardo
Eduardo (ejas@oi.com.br)
Sab, 30 Ago 2008 00:14:54 GMT
BASTA SER PM PARA SER CULPADO
Quando ocorrem fatos dessa natureza, desperta-se o clamor público por punição aos culpados, então os responsáveis pela investigação, diante da enorme pressão,acabam fazendo as coisas atabalhoadamente. Quem se lembra do PM e evangélico ?
aquele, que por ser negro, foi apontado erroneamente como um dos culpados no caso dos meninos da candelária, em uma investigação de um Coronel da PM, ficando preso injustamente, até que se descobrisse que ele era inocente.
Anônimo
Sab, 30 Ago 2008 07:47:10 GMT
Um dia qualquer a grande imprensa terá de assumir para si a responsabilidade de investigar e divulgar a VERDADE do que houve naqueles tempos malditos. Num país que pretende se tornar um "Estado Democrático de Direito" é fundamental que exista uma imprensa livre, investigativa e compromissada com a VERDADE, mesmo passada. Foram tão teratológicas as injustiças praticadas contra aqueles que foram selecionados como "gado" para responder pela chacina de Vigário Geral, que nenhum dinheiro será capaz de repará-las nem afago algum trará de volta os que morreram com a mácula de um crime terrível que não cometeram. Pois pior ainda foi a solução: o assassinato moral de policiais inocentes, que antes de perderem o corpo tiveram suas almas torturadas num dos maiores absurdos já havidos na justiça brasileira. Pior ainda é que todos os grandes nomes da mídia sabem que a chacina de Vigário Geral tornou-se "Conto do Vigário Geral" nas ondas do clamor público. Agora não há mais clamor. O que falta, então, para reconstituir a VERDADE? Nada! Não falta nada! Há, principalmente, centenas de denúncias forjadas, que a Justiça apurou e confirmou, uma a uma. Falta, sim, apontar os vilões da história, os "chacinadores" da moral alheia. E, principalmente, falta a sociedade saber que não há um só réu condenado pela chacina de Vigário Geral. O tenebroso crime ficou impune, ou melhor, teve o acréscimo de muitos inocentes igualmente chacinados pelo sistema governamental. Mas o desafio permanece e cabe à imprensa restaurar a VERDADE DOS FATOS. Não sendo assim, só resta amargar a morte da alma dos "mortos em vida" e lamentar os "mortos e enterrados". Eis um crime em que só houve vítimas: 04 PMs trucidados por traficantes, 21 favelados assassinados cruelmente, e 33 inocentes imolados em igual crueldade para salvar os verdadeiros responsáveis pela anomia que imperava absoluta no RJ dos tempos da maldição brizolista. Na luta entre os rotos e os esfarrapados, sobraram os trapos humanos. O Borjão é apenas um exemplo, única voz que ainda tem força para clamar por justiça! Que seja ele ouvido!

Emir
Emir Larangeira (emirlarangeira@hotmail.com)
Sab, 30 Ago 2008 09:49:26 GMT
No Brasil, quem julga é a imprensa, ela escolhe os culpados e os inocentes, depois que a pessoa é desmoralizada, massacrada na mídia, é tarde demais prá se recuperar. Pior é a Polícia se deixar envolver com essa irresponsabilidade.
Marli Moraes (marlimoraess@yahoo.com.br)
Dom, 31 Ago 2008 06:51:13 GMT
ESSA TAL DEMOCRACIA......
É verdade que o melhor do ser humano é a sua consciência, ou seja, o direito que tem de se expressar livremente para poder realmente "vivenciar a vida" e assim contribuir para um melhor amanhã para si e principalmente para os que virão. E foi isso que nos prometeram esse grupo de mandatários, líderes políticos, que calcados naquilo que diziam serem os valores éticos e morais de uma sociedade alçaram as mais altas e importantes camadas do Poder Público, também prometendo que à partir daquela época viveríamos num país melhor.
Passaram-se anos e diversificados partidos e seus líderes políticos tiveram a oportunidade de demonstrar que era sim possível a existência de um novo Brasil - um acertado pais para todos os brasileiros, feito à partir dos erros que não mais se repetiriam.

Infelizmente nada disso aconteceu e basta um novo pleito eleitoral para que as mesmas promessas do passado sejam copias repetidas, embora decorrido mais que 20 anos que tenham vindo à baila pela boca de dos referidos ou dos seus antecessores, muitos deles seus pais avós ou tios.
Essas cinqüenta e uma vítimas da chacina de Vigário Geral representam toda essa ineficácia desse Estado Brasil, ou melhor, significam a inexistência do próprio Estado, muito menos no afamado "estado democrático de direito" que eles, os mandatários desta nação (também com letra minúscula) insistem dizer existir à população. E nesse cinismo deslavado dos nossos mandatários outras chacinas são cometidas dia após dia sem que ao menos nos demos conta.
Essa tal democracia, que na verdade é uma anarquia, mata diariamente gente e mentes, pois ao contrário do que prometeram jamais disponibilizaram aos menos favorecidos condições dignas de educação e saúde e muito menos ainda de segurança. Muitos, velhos jovens e criança, morrem sem terem a oportunidade de um tratamento médico eficaz; relegados a uma casta de incapazes de toda ordem as crianças e os adolescentes têm suas mentes assassinadas pelo simples fato de nascerem pobres, pois o sistema educacional sequer ensina o beabá e a aritmética fundamental que o livrará do analfabetismo - e tome-lhe camisinhas e bate rebate na lata.
E o que tudo isso tem a ver com o Borjão?
O Borjão representa todos os policias que são vítimas desse fracasso social dessa mentirosa tal democracia - não ele, mas o que fizeram com ele. Em pleno "estado democrático de direito" Borjão foi preso, processado, torturado e julgado sem a prova necessária para que isso tivesse ocorrido - foi excluído da sua condição de cidadão pelo simples fato de ser policial militar e um pseudo-suspeito da participação de um crime que até hoje não foi apurado. Pior ainda, esse "estado democrático de direito" que tanto luta pelo reconhecimento do direito(?) dos "guerrilheiros" e rapidamente a eles concede polpudas indenizações, nega reconhecer que errou e deixam de conceder ao Borjão aquilo que, cruel e injustamente, lhe tiraram, a dignidade, a honra e o direito que ele tinha de ser Policial.
Quem acreditar nessa "tal democracia e em seus representantes" que vote.
Laecio (laealsi@yahoo.com.br)
Dom, 31 Ago 2008 13:04:19 GMT
OS PRIVILÉGIOS DO PODER EXECUTIVO
Os deputados estaduais deveriam fiscalizar os atos do executivo. porque não o fazem? Justamente porque se tornaram apêndice do governo do estado!!!

Porque os deputados que vieram da instituição POLÍCIA não fazem nada por aqueles que lá permaneceram?

Porque em vez de colocar oficiais e delegados os familiares dos praças não elegem também um praça para lutar pelos seus objetivos?

A política é o meio mais fácil para conseguirmos os nossos objetivos. Separados não somos nada, entretanto, juntos somos uma força gigantesca com capacidade de mudar o rumo da história!!!

Se pararmos de reclamar e nos organizarmos politicamente facilmente chegaremos aos nossos objetivos! Difícil é convencer as pessoas do óbvio!

A palavra mágica é OBJETIVO, e quando for descoberto pelos policiais certamente vão parar de reclamar e construir a sua independência!

Imaginem uma campanha de esclarecimento e comprometimento realizada durante dois anos. Facilmente esta categoria terá pelo menos dois deputados na próxima administração publica de nosso estado!

Aí sim, poderão gozar dos privilégios do PODER LEGISLATIVO, que tem por obrigação fiscalizar os atos do poder executivo!!!

Pena que são desorganizados...
Vanguarda (vanguarda@gmail.com)
Dom, 31 Ago 2008 18:23:50 GMT
LINDO TEXTO DE UMA MÍDIA CONCORRENTE
Vigário Geral, 15 anos depois

Só vi a OAB-RJ realizar um ato pelos 15 anos da Chacina de Vigário Geral, sexta-feira passada. Senti falta de uma grande manifestação, lembrando desse massacre contra 21 moradores da favela, todos trabalhadores, por um grupo de 50 policiais militares, em sua maioria integrantes da famigerada quadrilha apelidada de Cavalos Corredores, um subgrupo de policiais do 9o BPM (Rocha Miranda). Mas se hoje nem os seis mil homicídios anuais do Rio são suficientes para tirar as pessoas de casa, imagine uma chacina de 21 pessoas pobres e praticamente anônimas, que ocorreu há 15 anos. A falta de atos em memória da barbárie definitivamente contribui para reduzir a nossa memória pessoal dos fatos. Eu mesmo, que acompanho o tema, me confundi. Achei que faria 15 anos hoje, mas na verdade foi ontem, dia 30 de agosto.

A chacina ocorreu na madrugada de 30 de agosto de 1993 e não 29 de agosto - como podem pensar, durante o governo Brizola. O prefeito já era Cesar Maia. Ela teria sido motivada como represália de policiais ligados a quatro PMs que foram mortos por bandidos daquela favela, durante um "acerto" mal acabado, na Praça Catolé do Rocha. Vivíamos, de certo modo, tempos piores do que os atuais, quando as mortes de policiais eram vingadas da maneira mais sórdida.

Naquela época eu já trabalhava mais na edição, estava me afastando das ruas. Era editor-assistente do "Jornal do Brasil", onde o editor de cidade era o mestre Altair Thury. A imagem mais marcante para mim foi a da foto em seis colunas, ocupando um extremo ao outro da primeira página, sob a manchete de duas linhas, do mesmo tamanho da fotografia: os corpos nas gavetas do IML colocados lado a lado. Não tenho certeza, mas muito provavelmente foi idéia de algum fotógrafo, que aproveitou um descuido do pessoal do rabecão (os bombeiros ainda não haviam entrado nesse trabalho, se não me falha a memória). Hoje, muito provavelmente as autoridades de plantão não teriam dado esse "mole" e permitido a visualização de duas fileiras de gavetas com cadáveres de uma chacina. As gavetas, alinhadas, estão cercadas por curiosos e moradores, coisa rara também de se ver em áreas pobres. O normal seria que ninguém se aproximasse e muito menos manifestasse indignação, temendo mais represálias.

Só que a chacina chocou o país e exigiu dos governantes medidas rápidas, que resultaram até em injustiças contra policiais militares (a maioria dos envolvidos, porém, continua impune). Como se tentasse evitar que as mortes fossem em vão, Vigário Geral produziu também uma reação da sociedade, jamais vista no Rio. Seu impacto acelerou o surgimento de movimentos sociais como o Viva Rio, que em dezembro de 93, organizou a primeira grande manifestação pública contra a violência na cidade. Do hediondo crime, nasceu também um dos mais eficientes movimentos de resgate da cidadania nas favelas, o AfroReggae, que cresceu e gerou frutos na luta antiviolência. O massacre também resultou num livro emblemático do grande Zuenir Ventura, que nos recompensou com um título que passou a resumir a realidade carioca: Cidade Partida.

Vigário Geral, porém, não ajudou a mudar tudo. Treze anos depois, em 31 de março, ocorria novo recorde fúnebre: 29 mortos novamente por uma quadrilha de PMs, no massacre que ficou conhecido como Chacina da Baixada, que entra ano e sai ano, a gente nem lembra mais.
james bond (jamesbond666@hotmal.com)
Dom, 31 Ago 2008 21:07:12 GMT
Vigário Geral
Concordo plenamento com o amigo Larangeira. A imprensa deveria de publicar a verdadeira versão e não a produzida no governo do Brizola. Coloquei-me a disposição do autor do texto inicial. Mesmo não conhecendo os PM´s eleitos para responder pelo crime ofereci-me espontaneamente para testemunhar o que presenciei, mesmo sabendo o que encontraria pela frente.Não me arrependo da decisão tomada há época, simplesmente,a tomei porque ia de encontro aos meus princípios. Por lado valeu a pena.Foi quando iniciou-se a minha amizade com o Larangeira e outros PM`s injustiçados.
Um abraço ao amigo Larangeira.
Eduardo (ejas@oi.com.br)
Dom, 31 Ago 2008 23:43:09 GMT
Caro Eduardo

Pouca gente como você conhece os bastidores da trapaçaria urdida pelo sistema naquela época. Você foi um dos poucos que se rebelaram contra os membros do sistema e recebeu o seu castigo por isso. Hoje eu li nos jornais que farão um filme sobre Vigário Geral. A nota de O GLOBO informa que a "roteirista" é a Dra. Cristina Leonardo. Por aí já se imagina a tônica do que virá. Estarei de prontidão, aguardando, porque hoje a situação é outra. Qualquer mentira divulgada encontrará uma decisão judicial contestando-a e os processos de reparação talvez sejam necessários. Por mim, não desisto de bombardear esses "arapongas" e aproveitadores da desgraça alheia. Irei assim até meus último dias.

Um abraço e obrigado por tudo. Você é um dos poucos que sabem o sentido da verdade e da justiça!

Emir
Emir Larangeira (emirlarangeira@hotmail.com)
Seg, 01 Set 2008 09:03:10 GMT
Caro Cel. Laranjeiras.
Como um jovem membro da corporação (ainda um bola de ferro) vejo que as estorias que sempre ouvi sobre o Sr. tornam-se histórias. Como no filme do 174 e outros espero que não fique a imagem de uma policia que só serve para matar, roubar e destruir.
Como o sr. bem sabe, não temos voz perante a midia e nem a sociedade, espaços como o deste blog são rarissímos pela imparcialidade. O sr. fala em açoes contra as mentiras; apoio a idéia e sugiro que antes de ser lançado que oficiais como o sr, Cel. Wilton, Cel. Ubiratan e outros impessam que estórias sejam contadas como história.
Nossa guerra é diária e está sendo contada pela ótica de um só lado, que oculta partes enormes da verdade.
Luciano Carriço (lucianocarrico@bol.com.br)
Seg, 01 Set 2008 20:03:22 GMT
Então, que venha a verdade
Até ora a Polícia sempre pagou o preço pelas mazelas dessa sociedade. Melhor dizendo, a Polícia não, os policiais, os buchas (tiras e praças), pagam esse alto preço, pois as corporações continuam a existir mesmo com os continuados erros, enquanto que muitos desses "buchas" (desculpem, mas assim o é) estão continuamente sendo excluídos das instituições e da vida - "... a vida passa, o tempo voa e a Polícia(?) continua numa boa..."
Essa guerra suja da sociedade dominadora contra os demais da população sobra sempre para os escolhidos a fazer " o trabalho sujo" - e quando a sujeira é eterna o povo limpa a sua e a dos mandatários-reis.
A chacina de Vigário Geral deveria ter sido um "divisor de águas" na condução de uma política de segurança, educação e saúde pública, pois com meias verdades, verdades ou mentiras era uma bárbara chacina de 21 pessoas cruelmente assassinadas. Deveria ter sido um marco na condução das políticas públicas, visto que era a primeira vez que a população brasileira se insurgia contra uma barbárie daquela espécie, embora outras tantas já tivessem ocorrido nessa nossa Pátria Mãe, so que em menor número de vítimas - quase que diariamente (pesquisem)umas cinco ou seis de uma só vez, como era muito freqüente na baixada fluminense.
O tempo passa, o tempo voa. A não ser a compra de novas armas, novas viaturas, novos uniformes, carros blindados, fuzis, e computadores, e dos adventos dos os falcões azul e os zepelins da vida (lembram), nada de novo aconteceu. E tudos isso é para melhorar a polícia - tá bom....eu acredito.
Mas o que é novo. Novidade seria investimentos no homem e não somente nas armas, nos uniformes, e nas máquinas - qual nada.....falta comprar o aviãozinho que foi usado no Haiti.
Então, Srs.Eduardo (ejas@oi.com.br),Emir Larangeira (emirlarangeira@hotmail.com) e james bond (jamesbond666@hotmal.com), esse último que sequer teve a coragem de se identificar, que, "então, venha a verdade, pois os "bolas de fogo" não merecem continuar pagando dívidas passadas. A não ser que se anseia por outras chacinas.
Laecio (laealsi@yahoo.com.br)
Ter, 02 Set 2008 15:47:21 GMT
A verdade
Sr. Laecio.
Procure por ela e a encontrará.
Eduardo (ejas@oi.com.br)
Qua, 03 Set 2008 20:57:09 GMT
ENIGMA
Sr. Eduardo
Toda a socieade está querendo saber o que houve e o Sr. foi quem disse que sabia da verdade em um dos seus comentários, acima. Veja:
"Vigário Geral
Concordo plenamento com o amigo Larangeira. A imprensa deveria de publicar a verdadeira versão e não a produzida no governo do Brizola. Coloquei-me a disposição do autor do texto inicial. Mesmo não conhecendo os PM´s eleitos para responder pelo crime ofereci-me espontaneamente para testemunhar o que presenciei, mesmo sabendo o que encontraria pela frente.Não me arrependo da decisão tomada há época, simplesmente,a tomei porque ia de encontro aos meus princípios. Por lado valeu a pena.Foi quando iniciou-se a minha amizade com o Larangeira e outros PM`s injustiçados.
Um abraço ao amigo Larangeira.
Eduardo (ejas@oi.com.br"

De forma alguma quero aborrecê-lo. Não é esse o propósito.
Um abraço.
Laecio (laealsi@yahoo.com.br)
Qui, 04 Set 2008 13:35:56 GMT
"Você sabia, Sr. gustavo, que todos os PPMM acusados na Chacina de Vigário Geral foram sumariamente submetidos a CD ou CRD? E mais, foram açodadamente excluídos ou licenciados?
O pior foi que o motivo do desligamento das Fileiras da Corporação NÃO foi a chacina. Vergonhosamente foram expurgados or causa de bigode, pq não atualizaram o endereço, etc., etc., motivos que jamais ensejariam a pena máxima.
Devido o grande número de réus e a complexidade do processo, os julgamentos só começaram 05 anos depois da chacina.
Em Comandos passados alguns conseguiram retornar administrativamente - em adminstrações que tinham senso de Justiça e reconheceram seus erros.
Outros, como o BORJÃO, mesmo absolvidos, com a mudança do comando não vão voltar MESMO!!!!!
Lembre-se, Borjão, que o atual Sr. CG, à época, fazia parte da PM2.
Quem sabe, amigo, seus filhos consigam a sua reintegração "post mortem" (desculpe-me o desabafo).
NÃO desanime, um dia você conseguirá e rotornará MAJOR.
TC
Qui, 04 Set 2008 19:56:36 GMT
Vigário Geral
Laecio,
Coloquei-me a disposição de quem iniciou o artigo.
Ele sabe onde me encontrar.
Afirmo que a verdadeira história deveria ser publicada pela imprensa que desestruturaram diversas famílias de policiais. Pare e pense: Os filhos desses policiais nos colégios e os colegas virarem para eles e falarem: Seu pai é um assassino. Como disse a advogada de alguns deles, que após conhecê-la tornou-se uma grande amiga. A INJUSTIÇA É UMA CICATRIZ IRREMOVÍVEL.
uM ABRAÇO.
Eduardo (ejas@oi.com.br)
Qui, 04 Set 2008 21:37:48 GMT
A verdade os pensadores já nos ensinaram a muito, qual seja:
O MP segue os ensinamentos de Nicolau Maquiavel "Defender o príncipe (O Estado), mesmo no sacrifício dos inocentes e de Kant (Como no jogo do bicho, vale o escrito, mas quando favorece o príncipe);
O Defensor Público e o Privado já seguem Aristóteles em busca da verdade equitativa;
E eu faço dos ensinamentos de Von Ihering em A LUTA PELO DIREITO a minha bíblia; talvez queiram que siga a Sócrates, mas a sicuta cujo me obrigaram a beber não padecerei calado.
Sérgio Borges, EX-PM hoje acadêmico em Direito.
Sérgio Borges (scerqueiraborges@bol.com.br)
Qui, 04 Set 2008 23:22:29 GMT
VERDADE PROCESSUAL!
A verdade os pensadores já nos ensinaram a muito, qual seja:
O MP segue os ensinamentos de Nicolau Maquiavel "Defender o príncipe (O Estado), mesmo no sacrifício dos inocentes, e, de Kant (Como no jogo do bicho, vale o escrito, mas quando favorece o príncipe);
O Defensor Público e o Privado já seguem Aristóteles em busca da verdade equitativa;
E eu faço dos ensinamentos de Von Ihering em A LUTA PELO DIREITO a minha bíblia; talvez queiram que siga a Sócrates, mas a cicuta cujo me obrigaram a beber não padecerei calado.
Sérgio Borges, EX-PM hoje acadêmico em Direito.
Sérgio Borges (scerqueiraborges@bol.com.br)
Qui, 04 Set 2008 23:32:55 GMT
A INJUSTIÇA É UMA CICATRIZ IRREMOVÍVEL.
Eduardo
Acho que estamos falando da mesma coisa, de forma diferente:Que a verdade venha à tona; que, seus conhecimentos sobre o caso sejam publicados.
Como diziam os "antigos", até mais ver.
Laecio (laealsi@yahoo.com.br)
Sex, 05 Set 2008 16:34:24 GMT
A verdade
O grito pela verdade de uma só pessoa não ecoará o suficiente para a sociedade. Várias pessoas gritando já faz algum ruído. Como já disse: Estou a disposição para falar a verdade.
Eduardo (ejas@oi.com.br)
Sex, 05 Set 2008 23:41:40 GMT
Vejam também:

http://www.emdiacomacidadania.com.br/post.php
Sérgio Borges (scerqueiraborges@bol.com.br)
Sab, 06 Set 2008 17:53:21 GMT
Não resgata a honra.
Terça-feira, 20 de Novembro de 2007
PM absolvido na chacina de Vigário Geral receberá indenização do Estado


Rio - Quatorze anos depois da chacina de Vigário Geral, o policial militar Fernando Gomes de Araújo, preso indevidamente por mais de dois anos por suposta participação no crime ocorrido em agosto de 1993, será indenizado pelo Estado do Rio de Janeiro em R$ 100 mil - corrigidos monetariamente - a título de danos morais.






O policial, que ficou preso preventivamente e sem o devido processo legal por 741 dias, foi absolvido por insuficiência de indícios de sua participação no crime sem sequer ser pronunciado em juízo.Ao julgar o recurso do MPE pela improcedência do pedido de indenização, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro entendeu que o Estado não responde pelo chamado erro judiciário a não ser nos casos expressamente declarados em lei e que a prisão do policial foi de interesse da Justiça e do próprio acusado para comprovar sua inocência.Em seu voto, o ministro Luiz Fux sustentou que uma prisão ilegal por tempo tão excessivo viola a Constituição e afronta o princípio fundamental da dignidade humana. De acordo com os autos, Fernando Gomes de Araújo não foi pronunciado porque não havia indícios suficientes da sua participação na chacina. Ele provou que não estava no local no momento do crime, quando 21 pessoas foram assassinadas e outras quatro sofreram lesão grave.O policial militar ficou preso do dia 30 de junho de 1995 até o dia 1º de julho de 1997, data em que foi expedido o alvará de soltura. Posteriormente, também ficou detido na carceragem do quartel da PM de 7 de julho a 17 do mesmo mês de 1997 por conta de corretivo aplicado pelo Comando da Polícia Militar, totalizando 741 dias de prisão.
Sérgio Borges (scerqueiraborges@bol.com.br)
Dom, 07 Set 2008 19:37:25 GMT

Comentário aguardando aprovação.

Mario disse...

Caros Deputados, Policiólogos, Defensores dos Direitos Humanos, Advogados, Oficiais Superiores, Secretário de Segurança Pública, Governador, Ministério Público, etc, etc, etc ...

Gostaria que os senhores explicassem porque estas leis abaixo, todas relacionadas a carga horária e hora extra, não são cumpridas.

Se o próprio Estatuto da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro prevê carga horária de 40 horas semanais e o pagamento de hora extra, porque não cumprem a lei ?!?

Vamos a elas:

LEI Nº 1900, DE 29 DE NOVEMBRO DE 1991.

REVOGA A LEI Nº 1633 , 29/03/90, DÁ NOVA REDAÇÃO A DISPOSITIVOS DA LEI Nº 443, DE 1º/07/81 (ESTATUTO DOS POLICIAIS MILITARES) E AO ART. 31 DO DECRETO-LEI Nº 216, DE 18/07/75 (DISPÕE SOBRE AS PROMOÇÕES DE OFICIAIS DA PMERJ) E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.



DECRETO 25.538/99 de 26 de agosto de 1999.

DISPÕE SOBRE A JORNADA DE TRABALHO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS


Bol da PM nº 046 - 11 Março 2002.


RESOLUÇÃO SSP Nº 510, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2002.

Determina a adoção de medidas necessárias ao fiel cumprimento do disposto no Decreto nº. 25.538, de 26 de agosto de 1999 e autoriza ao estabelecimento de escalas de serviço com jornada de trabalho diferenciada para policiais militares.



LEI Nº 443, DE 1º DE JULHO DE 1981.

DISPÕE SOBRE O ESTATUTO DOS POLICIAIS-MILITARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

TÍTULO III - DOS DIREITOS E DAS PRERROGATIVAS DOS POLICIAIS-MILITARES
CAPÍTULO I - DOS DIREITOS
Seção I - Enumeração

Art. 48 - São direitos dos policiais-militares:

...

*V - Jornada de 6 (seis) horas para o trabalho em turnos ininterruptos de revezamento;

*VI - A duração do trabalho normal não superior a 8 (oito) horas diárias e 40 (quarenta) horas semanais;

*VII - A remuneração do serviço extraordinário superior, no mínimo, em cinqüenta por cento à do normal.

(incisos acrescentados pela Lei nº 1900/91).


Art. 7º, inciso XIII da Constituição Federal,

- duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva
de trabalho;

Art. 7º, inciso XVI , da Constituição Federal,

que dispõe ser a remuneração do serviço extraordinário 50%, no mínimo, superior à da hora normal


Isso sem falar nas diversas indicações legislativas e Projetos de Lei:


INDICAÇÃO LEGISLATIVA Nº. 437, DE 10 DE AGOSTO DE 1998 SOLICITA ENVIO DE MENSAGEM QUE INSTITUI A GRATIFICAÇÃO DE HORA-EXTRA ADICIONAL, PARA POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS-MILITARES E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS de autoria do próprio Sérgio Cabral Filho na época em que era Deputado Estadual.


Nº 065, de 07 de Outubro de 1999.
SOLICITA AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR GOVERNADOR DO
ESTADO DO RIO DE JANEIRO O ENVIO DE MENSAGEM
DISPONDO SOBRE A FIXAÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO
POLICIAL MILITAR E BOMBEIRO MILITAR de autoria do próprio Sérgio Cabral Filho na época em que era Deputado Estadual.


PROJETO DE LEI Nº 1649/2004
DISPÕE SOBRE SERVIÇO EXTRA NO ÂMBITO DA POLÍCIA CIVIL, DA POLÍCIA MILITAR E DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DE AUTORIA DO DEPUTADO FLÁVIO BOLSONARO.


INDICAÇÃO Nº 6187/2002 SOLICITA QUE SE CUMPRA OS DISPOSTOS NA LEI Nº 1900/91 E NO DECRETO 25.538/99 SOBRE A JORNADA DE TRABALHO DO POLICIAL MILITAR DE AUTORIA DO (ENTÃO) DEPUTADO SIVUCA,


INDICAÇÃO Nº 6134/2002 SOLICITA IMPLEMENTAR A RESOLUÇÃO SSP Nº510, DE 26/02/02 QUE "DETERMINA A ADOÇÃO DE MEDIDAS NECESSÁRIAS AO FIEL CUMPRIMENTO DO DISPOSTO NO DECRETO Nº25.538, DE 26 DE AGOSTO DE 1999 E AUTORIZA O ESTABELECIMENTO DE ESCALAS DE SERVIÇO COM JORNADA DE TRABALHO DIFERENCIADA PARA POLICIAIS MILITARES DE AUTORIA DO DEPUTADO DICA.


PROJETO DE LEI Nº 06/2007 FIXA A JORNADA DE TRABALHO POLICIAL-MILITAR E BOMBEIRO MILITAR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS DE AUTORIA DO DEPUTADO PAULO RAMOS.

Gostaria que os senhores que são defensores dos direitos humanos, conhecedores e defensores das leis, pessoas altamente inteligentes e justas, especialistas no assunto "Segurança Pública", nos dissessem o que é preciso fazer para que se cumpra a lei, PRINCIPALMENTE O NOSSO ESTATUTO !!!

Anônimo disse...

Assinem para desmilitarizar a PM:

http://www.petitiononline.com/DESMILIT/

Fonte:

http://blogdodelegado.wordpress.com/2009/03/01/campanha-pede-desmilitarizacao-da-pm/