De pé, ó vitimas da fome Cortai o mal bem pelo fundo Bem unidos façamos Senhores, patrões, chefes supremos Para não ter protestos vãos Bem unidos façamos Crime de rico a lei cobre À opressão não mais sujeitos Bem unidos façamos Abomináveis na grandeza Todo o produto de quem sua Bem unidos façamos Nós fomos de fumo embriagados Se a raça vil, cheia de galas Bem unidos façamos Pois somos do povo os ativos Ó parasitas que te nutres Bem unidos façamos
De pé, famélicos da terra
Da idéia a chama já consome
A crosta bruta que a soterra
De pé, de pé, não mais senhores
Se nada somos neste mundo
Sejamos tudo, ó produtores
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
Nada esperamos de nenhum
Sejamos nós que conquistemos
A terra mãe livre e comum
Para sair desse antro estreito
Façamos nós por nossas mãos
Tudo o que a nós diz respeito
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
O Estado esmaga o oprimido
Não há direitos para o pobre
Ao rico tudo é permitido
Somos iguais todos os seres
Não mais deveres sem direitos
Não mais direitos sem deveres
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
Os reis da mina e da fornalha
Edificaram a riqueza
Sobre o suor de quem trabalha
A corja rica o recolheu
Querendo que ela o restitua
O povo só quer o que é seu
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
Paz entre nós, guerra aos senhores
Façamos greve de soldados
Somos irmãos, trabalhadores
Nos quer à força canibais
Logo verás que as nossas balas
São para os nossos generais
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
Trabalhador forte e fecundo
Pertence a Terra aos produtivos
Ó parasitas deixai o mundo
Do nosso sangue a gotejar
Se nos faltarem os abutres
Não deixa o sol de fulgurar
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
FORÇA!
terça-feira, 8 de setembro de 2009
OS VERDADEIROS HERÓIS DA CIDADANIA!!!
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EXCLUÍDO FARDADO?! NEM TANTO ASSIM!!!
quarta-feira, 11 de março de 2009
O MESMO PAU QUE DÁ EM CHICO, DÁ EM FRANCISCO
Tenho lido a choradeira dos estrelas que estão fora do comando da PMERJ e que por motivos que ainda são sei quais são, não se enquadraram às normas do corrupto mór, contudo fico feliz em assistir os dissidentes levando chumbo de todos os lados, não fico feliz com ás corvadias nem com a sacangem que eles estão cometendo contra eles mesmos, mas sim em saber que eles estão sentindo na pele o que fizeram com os praças durante esses quase 200 anos de existência da instituição.
Qual praça nunca foi transferido de BTL por que não chegou com o acerto do CMT de CIA?
Qual praça nunca foi humilhado pelo seu estrelinha imediato por ter pedido para ir ao hospital?
Qual praça nunca foi bicado do seu setor pelo fato de outro ter oferecido ao seu estrelinha imediato arrego para ficar no seu lugar?
Todas essas coisas a sociedade já sabe, passou no filme, contudo hoje essas mazelas continuam e ainda MUITO pior, então aos estelinhas que não se enquadram no esquema do rei, fica aí o dito popular.
AOS PRAÇAS DA PMERJ DEIXO O LINK DO SITE QUE PEDE A DESMILITARIZAÇÃO DAS POLÍCIAS ESTADUAIS, VOTE NÃO CUSTA NADA!!!! http://www.PetitionOnline.com/DESMILIT/
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
HCPM = Tristeza e sofrimento
HCPM = Sofrimento e descaso
Se você está dependendo de agendar uma consulta no “maravilhoso” HCPM, prepare-se!!!
Tentei agendar uma consulta pelo telefone para que meu marido fosse atendido pelo clínico geral e, qual não foi minha surpresa após duas longas horas de tentativas ininterruptas de discagem, onde o telefone chamava mas ninguém atendia (fato explicável se for um número único que ao ser distribuído pelos ramais a sua ligação cai em um ponto sem aparelho), fui atendida por um soldado muito educado e solícito que me explicou que hoje eu não conseguiria mais marcar a consulta para daqui a 14 dias pois, por dia, só se marcam 18 consultas prévias e grande parte das vagas já haviam sido preenchidas pelas pessoas que estavam na fila da marcação desde a madrugada e eu, as 10 horas da manhã, não tinha conseguido ligar a tempo, ligar não, ser atendida, pois ligar eu estava ligando desde as 8:05 hs da manhã!
Bom, então agora deixe-me ver se entendi: As consultas são agendadas pelo telefone para daqui a 14 dias, mas se eu for para a fila de madrugada também posso agendar minha consulta para daqui a 14 dias, então parece que a emenda ficou pior que o soneto, pois, antigamente a gente tinha mesmo que ir para a fila de madrugada, às vezes até dormir na fila (dependendo da especialidade) para conseguir atendimento, mas, pelo menos, a consulta era para o mesmo dia, agora, pelo visto, temos que chegar de madrugada, enfrentar fila para MARCAR uma consulta para 14 dias. Alguém me responda, por favor, para quê o telefone? Só para aumentar o nível de estresse e dar dinheiro pra as operadoras de telefonia? Qual foi o objetivo da mudança? Melhorar o atendimento não deve ser, só posso crer que, além de mandarem nossos maridos e filhos para a morte certa dentro de caixões de metal em MOVEs e APREVs e garantir a diversão da bandidagem no tiro ao pato também nos PPCs e DPOs, estão querendo nos fazer infartar e sofrer derrames causados pelo estresse e pela demora em ser atendido. É muita crueldade de quem tem a obrigação de zelar pelas nossas vidas e pelo nosso bem-estar deixar que fiquemos assim, jogados às traças, além do sofrimento diário de não sabermos se continuaremos casadas ou se passaremos a ostentar o título de viúvas da PMERJ, de termos que ensinar nossos filhos a esconder a profissão do pai na escola por medo de represálias (já que muitos estudam em escolas públicas próximas a comunidades comandadas pelo tráfico), ainda temos que sofrer a humilhação de implorar por atendimento médico digno, atendimento esse que vem descontado todo mês no salário do policial militar, mesmo que inconstitucionalmente e que está descrito no estatuto com um direito do policial, como já citei em uma outra postagem. Pagamos duas vezes, duas vezes sim, pois os impostos e a previdência deveriam ser suficientes para que o serviço médico fosse bom, mas além deles ainda descontamos o fundo de saúde que aparentemente, está servindo para encher o bolso de alguém ou para fazer outras coisa que , infelizmente, entre elas não está cuidar do atendimento no HCPM. Eu e meus filhos não precisamos passar por essa via crucis, pois eu tenho plano pela prefeitura que dá a eles o direito de um atendimento digno, mas meu marido depende do HCPM, já que qualquer problema que ele tenha só será aceito pela PMERJ se a justificativa vier de um médico da PM e é aí que mora a injustiça, como meu marido, que depende deles, todos os outros PPMM e grande parte de suas famílias também dependem do atendimento desse hospital e a pior parte é que nem reclamar se pode, pois ninguém liga para o PM ou para seus familiares. Infelizmente não temos direitos nem a saúde e nem a educação. Seria muito bom se alguém olhasse para o HCPM e tentasse descobrir onde vai a verba do fundo de saúde e seria muito bom também se, alguém com conhecimento de administração hospitalar, orientasse a direção do hospital na forma de organizar melhor esses agendamentos e marcações, pois custo a crer que seja uma atitude maldosa ou deliberada deixar-nos mofando desde a madrugada em filas ou pendurados ao telefone para não marcar ou só conseguir ser atendidos 14 dias depois.
Ao senhor governador peço encarecidamente (já estou até aprendendo a implorar) que passe a olhar um pouquinho pela família policial militar, estamos morrendo à míngua, de fome pelos salários, de tiro pelos atentados e, agora, de doença pela demora no atendimento!
SOCORRO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
domingo, 30 de novembro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
OFICIAL DA PM NÃO É DELEGADO!!!!
De volta aos tempos da Ditadura??? É para evitar essas coisas que exintem Delegados de Polícia.
Quinta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de JaneiroHABEAS CORPUS 2008.059.04669AUTORIDADE COATORA: JUÍZO DA VARA CRIMINALIMPETRANTE: xxxxxxxPACIENTE: xxxxxxxEMENTA: HABEAS CORPUS. PROCESSO PENAL. JURISDIÇÃO. TUTELA CAUTELAR.INVESTIGAÇÃO CRIMINAL. RESERVA CONSTITUCIONAL DE FUNÇÃO. INDEVIDA ATUAÇÃO “POLICIAL” DA AUTORIDADE JUDICIÁRIA. INEVITÁVEL INCAPACIDADE DE A AUTORIDADE JUDICIÁRIA CUMPRIR AS FUNÇÕES AFETADAS A ELA PELA CONSTITUIÇÃO QUANDO INDEVIDAMENTE SUBSTITUI A AUTORIDADE POLICIAL.POLICIAL MILITAR QUE NÃO ESTÁ LEGITIMADO A DEDUZIR EM JUÍZO PRETENSÃO CAUTELAR. AUDIÊNCIA PRÉVIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO IMPRESCINDÍVEL À LUZ DO SISTEMA ACUSATÓRIO.PRECARIEDADE DA DENÚNCIA ANÔNIMA REVELADORA DO PROPÓSITO SINGULAR DECONTORNAR A EXIGÊNCIA CONSTITUCIONAL DE ORDEM JUDICIAL, PRÉVIA E FUNDAMENTADA, PARA INGRESSO EM CASA ALHEIA. NÃO OBSTANTE A MANIFESTA INIDONEIDADE DO “EXPEDIENTE” DA POLÍCIA MILITAR, DÚVIDA SÉRIA, AINDA, SOBRE A
Quinta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
CRONOLOGIA DOS FATOS QUE SUPOSTAMENTE ESTARIAM A JUSTIFICAR A NÃO AUDIÊNCIA PRÉVIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO E O CARÁTER EXCEPCIONAL DA MEDIDA CAUTELAR.PROVA ILÍCITA DE QUE DECORREM TODAS AS DEMAIS, CONTAMINANDO INTEGRALMENTE O PROCESSO. INTELIGÊNCIA DO ARTIGO 157 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL.
Habeas corpus impetrado objetivando o reconhecimento da ilegalidade da prisão do paciente tendo em vista o manifesto desrespeito ao devido processo legal. Informação da autoridade apontada como coatora esclarecendo que policial militar “representou” fora do horário de expediente pela busca e apreensão na residência do paciente. Autoridade judiciária que sublinha o fato de a busca e apreensão ter sido deferida sem a audiência prévia do Ministério Público haja vista o adiantado da hora. Magistrada que acrescenta ter deferido a providência cautelar à vista de “fortes indícios da prática de crime pelo autor” (fls. 42). Informações complementares que revelam: a) que não havia “os fortes indícios” mencionados pela autoridade judiciária, sendo inadmissível a emissão de decreto de busca e apreensão com base no singelo expediente cuja cópia se encontra à fl. 72 dos autos deste habeas corpus; b) a impossibilidade de explicar o fato de a autoridade policial ter registrado o início da ocorrência às 18:00 h de uma quarta-feira, 02 de julho (fl. 14), quando ficou expressamente consignado que o policial militar teria despachado “após o término do Quinta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro expediente forense” (fl. 37). Evidência de que os fatos não correspondem ao relatado. Múltiplas violações do devido processo legal que têm origem no fato de a autoridade judiciária, no lugar de fiscalizar a regularidade formal do procedimento, ter executado função própria de autoridade policial, malgrado não tenha atribuição para isso.Incompreensível contraste com as regras que: 1) não atribuem à polícia militar a condição de autoridade de polícia judiciária, nos crimes comuns, para representar por qualquer medida cautelar; 2) dispensa de investigação criminal prévia para aferição das “fundadas razões” a que expressamente se refere o §1º do artigo 240 do Código de Processo Penal, referindo-se ao substrato fático que permite a excepcional violação do domicílio do paciente; 3) incontornável substituição da mencionada base fática por denúncia anônima; 4) inexplicável iniciativa judicial em etapa de preparação para o exercício de ação penal, sem que o titular da ação penal tenha sequer sido consultado em dia comum de funcionamento de expediente forense. Neste contexto observa-se que da flagrante desobediência ao devido processo legal decorreu a ação da polícia militar, em invasão de atribuição, com apreensão de um projétil calibre .762, um saco plástico contendo erva seca picada, em estojo de pano contendo um comprimido de cor rosa, uma pedra de crack e dois tabletes de erva seca e prensada.Prova ilícita que não deveria ter sido admitida caso a autoridade judiciária cumprisse a sua função constitucional de tutela dos direitos fundamentais e preservação da ordem jurídica. Evidências que formaram a base material Quinta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro da imputação deduzida em juízo e que, por constituírem prova ilícita, devem ser excluídas do processo, sem embargo da extinção deste mesmo processo, pois que aprova ilícita contaminou todas as demais. Ilegalidade manifesta que se declara e justifica a concessão da ordem em limites mais extensos do que aquele perseguido pelo impetrante.ORDEM CONCEDIDA.ACÓRDÃOVistos, relatados e discutidos estes autos de Habeas Corpus nº. 2008.058.04669 em que é impetrante xxxxxxx e paciente xxxxxxx. Acordam os Desembargadores que compõem a Quinta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, em sessão de julgamento realizada em 11 de setembro de 2008, por unanimidade de votos, em julgar procedente o pedido e, em conseqüência, CONCEDER A ORDEM, para declarar a nulidade do processo tendo em vista a ilicitude da diligência probatória original, expedindo-se alvará de soltura, nos termos do voto do Desembargador Relator.Presidiu a sessão o Desembargador Geraldo Prado. Participaram do julgamento o Desembargador Cairo Ítalo França David e a JDS.Desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita.Rio de Janeiro, 08 de outubro de 2008.DESEMBARGADOR
DEMOCRACIA X AUTORITARISMO
Quinta feira, 16 de outubro de 2008 17:00 hs
Polícia Civil de São Paulo acaba de ser cerceada do seu direito de manifestação pela PMSP, fazendo inclusive o uso da força. Fazendo jus ao seu passado autoritário e a truculência que lhe é peculiar a PMSP barrou uma manifestação pacífica dos "Charlies" paulistas, os militares fizeram uso da força com armas não letais deixando vários policiais civis feridos. Com a palavra os defensores deste modelo dicotômico e anacrônico de segurança pública, e aos demais servidores coloquem sua barba de molho, pois se a PM bate nos PCs imaginem o que eles são capazes de fazer com agente.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
PARA NÃO CAIR EM ARMADILHAS, SEJAM ELAS QUAIS FOREM!
13-07-2008
EUA militarizam as polícias
No próximo ano, dois estados norte-americanos, Colúmbia e Washington, iniciarão uma reforma radical na política de segurança pública. Esses estados terão, a partir do ano que vem, uma militarização das polícias estaduais. O modelo a ser seguido será basicamente o modelo brasileiro, com as polícias militares estaduais. Naquele país, as polícias são municipais e civis, divididas em departamentos (nas grandes cidades) e xerifes (nas pequenas). Essas polícias desenvolvem um trabalho de policiamento ostensivo e de policiamento judiciário, ou seja, fazem os serviços atribuídos, aqui no Brasil, às polícias Militar e Civil. Apesar de parte dessas polícias trabalhar fardada, ter hierarquia, elas não têm uma cultura militar, com cadeia de comando, hierarquia e disciplina.O grande e principal motivo para esta radical mudança é a busca do melhor atendimento às várias situações de segurança pública. Com um comando mais forte, uma cadeia de comando firme e uma rígida disciplina, coisa que não existe nas organizações públicas civis, entendem os precursores deste projeto nos EUA. O atendimento será mais rápido, eficiente e confiável. Segundo o chefe de polícia do Estado de Washington “uma organização militar é muito mais eficiente nas ações de segurança pública, é menos corrupta, atende melhor e toma decisões mais rápidas e acertadas. Para o Chefe Bill Donstway, é um grande equívoco dizer que a cultura militar é incompatível com o atendimento ao público civil, basta educar e adestrar o policial, cobrando firmemente, através da disciplina. A decantada truculência policial pode ocorrer tanto numa organização civil ou militar. Esta decisão de mudança é surpreendente e constitui uma reviravolta nos padrões de concepção das polícias, muito embora alguns países, além do Brasil, como a França e o Chile, já adotem o modelo militar para suas polícias. Muitos intelectuais americanos, bem como outras organizações, elogiaram a medida e isso pode vir a gerar uma onda de militarização policial naquele país. Aqui no Brasil, na contramão da história, vários intelectuais e ONGs defendem a desmilitarização das PMs, baseando-se justamente no modelo americano. Essa quebra de paradigma vem justamente de encontro a conceituações equivocadas pré-estabelecidas, a partir da queda do regime militar em nosso país. De uma vez por todas, nossos intelectuais e as demais organizações político-partidárias-filosóficas precisam entender que o militarismo enquanto forma de governo e/ou regime político de uma nação é uma coisa. Já as instituições militares, onde a disciplina e a hierarquia são pilares decisivos na sua organização, principalmente naquelas instituições que desenvolvem trabalhos para a comunidade e esse trabalho tem que ter unidade de comando, firmeza no cumprimento de ordens e agilidade na execução das tarefas, a hierarquia e a disciplina são fundamentais. Para caminharmos rumo ao futuro precisamos rever conceitos, quebrar paradigmas e reformular procedimentos. Essas mudanças que estão ocorrendo na terra de Tio Sam devido à proatividade que venho constatando, com certeza, influenciarão mudanças importantes que deverão ocorrer na segurança pública tupiniquim.Flávio Luizi LobatoCoronel da reserva da PMMG e atual Diretor-Geral da penitenciária Professor Pimenta da Veiga.
No dia 11 de setembro de 2003 completam-se 30 anos de uma das ditaduras mais longas da história do Chile. O general Augusto Pinochet comandou a vida do país com mão de ferro desde que liderou um golpe militar contra o presidente socialista Salvador Allende, em 1973, e, mesmo depois de entregar o poder, em 1990, manteve uma forte influência sobre os rumos da nação. Seu poder era tanto, que ele costumava dizer que controlava até o movimento das folhas das árvores.
Leia abaixo a lista dos principais episódios que marcam a presença de Pinochet na história recente do Chile:
1973
23 de agosto: O presidente socialista Salvador Allende aceita a demissão do general Carlos Prats do comando do Exército e designa para o cargo o general Augusto Pinochet.
11 de setembro: Golpe de Estado. Allende se suicida, depois de recusar a rendição exigida dele pela Junta Militar liderada por Pinochet, que três dias depois fecha o Congresso.
30 de setembro: Pinochet anuncia que a presidência da Junta será exercida sucessivamente pelos comandantes da Armada, da Força Aérea e da polícia de Carabineros.
6 de outubro: Seguem os fuzilamentos de opositores. As igrejas cristãs criam o Comitê de Cooperação para a Paz.
1974
16 de março 16: Pinochet assiste à posse do presidente do Brasil, o general Ernesto Geisel.
15 de junho: Pinochet cria a DINA (Direção de Inteligência Nacional), a polícia política encarregada de combater a subversão (que será substituída em 1977 pela Central Nacional de Informações, CNI).
20 de junho: Pinochet se proclama chefe supremo da Nação.
30 de setembro: O general Carlos Prats morre assassinado junto com a mulher em Buenos Aires, onde vivia exilado desde o golpe.
16 de dezembro: Pinochet promulga o decreto que o converte em Presidente da República.
1975
6 de outubro: O líder democrata-cristão Bernardo Leighton, exilado em Roma, é ferido a tiros junto com a esposa num atentado.
15 de novembro: Pinochet participa dos funerais do general Francisco Franco em Madri.
1976
6 de janeiro: O cardeal Raúl Silva Henríquez cria o Vicariato da Solidaridade (em substituição do dissolvido Comitê de Cooperação para a Paz), que denuncia as violações dos direitos humanos e concede apoio jurídico aos presos políticos.
16 de julho: Num local de Santiago aparece o corpo do diplomata espanhol Carmelo Soria, detido dois dias antes por uma patrulha militar.
21 de setembro: O ex-chanceler socialista Orlando Letelier e sua secretária morrem em Washington, quando uma bomba instalada por agentes da DINA explode sob seu automóvel.
1977
4 de abril: O governo militar proíbe a importação de livros de Gabriel García Márquez, Julio Cortázar e Mario Vargas Llosa, entre outros autores considerados marxistas ou pró-marxistas.
5 de setembro: Pinochet viaja a Washington, para participar nos atos relacionados aos novos acordos para o Canal do Panamá.
1978
19 de abril: Pinochet dita um decreto de anistia que libera de culpas os autores de crimes políticos desde o golpe militar de 1973. Os principais beneficiados são os agentes do regime.
24 de agosto: Estados Unidos pedem sem êxito a extradição do chefe da DINA, general Manuel Contreras, pelo assassinato de Orlando Letelier.
1982
25 de fevereiro: O sindicalista Tucapel Jiménez, seqüestrado por um comando da CNI, aparece degolado na periferia de Santiago.
1984
4 de setembro: O sacerdote francês André Jarlan e nove manifestantes morrem vítimas de tiros disparados pela polícia, durante o décimo Protesto Nacional.
1985
28 de março: Um comando dos Carabineiros degola na periferia de Santiago os militantes comunistas José Manuel Parada, Manuel Guerrero e Santiago Nattino.
1986
2 de julho: O fotógrafo Rodrigo Rojas morre e a estudante Carmen Quintana fica gravemente ferida, quando os dois são queimados por uma patrulha militar, durante um novo protesto nacional.
1990
19 de dezembro: Pinochet, que segue no coando do Exército, ordena um aquartelamento para manifestar "preocupação" com as investigações do novo Governo sobre as violações aos direitos humanos.
1991
4 de março: A Comissão Verdade e Reconciliação, criada pelo Governo, determina que a repressão do regime militar deixou mais de 3 mil mortos e desaparecidos.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
RETIRADO DO PRAÇAS DE PMERJ
.(Nota nº 139 de 27 Ago 08 da DGP/SEC)..Por que a PMERJ está transferindo esses policiais para a reserva NÃO remunerada se o Estatuto reza que a reserva deve ser remunerada? Ou mudou alguma coisa que eu não sei?Acho que o meu estatuto deve estar desatualizado. Ou isso, ou nossos comandantes são mais canalhas que pensei..*Art. 96 – A transferência ex-officio do policial militar para a reserva remunerada ocorrerá em um dos seguintes casos:* Nova redação dada pela lei nº 2206/1993IX – quando passar a exercer cargo público civil permanente (Art.42, § 3º da constituição federal);* Nova redação dada pela lei nº 2206/1993
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
CRIADOURO CLUBE DOS TREZE - Curió Canto Praia Grande
- Genética de alta repetição;
- Iniciação no Canto Praia Grande, com a utilização de cabines acústicas e CD personalizado;
- Utilização do que há de melhor no mercado de equipamentos, vitaminas e medicamentos em geral;
- Criação artesanal, abrindo mão da quantidade para a obtenção da qualidade (Não se deixe levar por quantidade, curió é qualidade).
domingo, 17 de agosto de 2008
17 de Agosto de 2008 16:54
Postado por Sansão às 20:13 3 comentários
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
sábado, 2 de agosto de 2008
ALGUMAS OPINIÕES SOBRE A DESMILITARIZAÇÃO DAS PMs (Parte I)
A mais recente crise da Segurança Pública no país – desencadeada não pela onda grevista das corporações civis e militares, como em 1997 e 2001, mas pela crescente onda de violência no estado de São Paulo – fez ressurgir, em ano eleitoral, o debate sobre o nosso sistema policial. Como era de se esperar, houve troca de acusações entre os poderes da união sobre as responsabilidades da crise e ainda se falou em votações em regime de urgência no Congresso Nacional. Foi eleita como bode expiatório e principal motivo da falência dos órgãos de segurança a existência de duas polícias estaduais.Segundo pseudo-especialistas a unificação das polícias civil e militar, traria a eficácia e o dinamismo necessários para o combate ao crime nas grandes cidades. Outros insistem em afirmar que o modelo policial brasileiro de tão absurdo é exclusivo no mundo. Com certeza desconhecem que na Bélgica , França, Itália, Grécia, Luxemburgo, Portugal, Espanha, Áustria, Vietnã, Marrocos, México e em tantos outros países, polícias fardadas militarizadas convivem com polícias judiciárias civis, em perfeita harmonia. Como curiosidade, na pequena Bélgica existem mais de 2.500 corpos policiais municipais integrados aos dois corpos de Polícia Nacional. É prudente lembrarmos que uma unificação tornaria as polícias militares organizações civis e logo o conjunto de leis e regulamentos a que se sujeitam os policiais militares deixariam de existir. A menos de duas semanas moradores de uma favela carioca queimaram carros e um ônibus em protesto contra policiais militares que, segundo eles, haviam seqüestrado um líder do tráfico local. Antes de se iniciar qualquer investigação o governador do Rio de Janeiro determinou a prisão, por 72 horas, de cinco policiais militares, apontados pelos moradores como responsáveis. Mesmo que os policiais não tivessem praticado nenhum crime o regulamento militar permitiria a prisão disciplinar por até trinta dias. Este mesmo procedimento nunca teria sido adotado se os policiais em questão fossem civis.Basta lembrarmos as cenas mostradas recentemente em horário nobre pela rede Globo quando policiais do Denarc, polícia civil paulista, extorquiam traficantes e viciados num local conhecido como Cracolândia. Ficou evidente nos dias que se seguiram a impotência do executivo estadual em apresentar respostas ao clamor público que cobrava alguma providencia em relação aos policiais. Um processo de exclusão disciplinar na Polícia Civil pode durar até 10 anos, na policia Militar pode ser feito em menos de 30 dias. Ou seja os mecanismos de controle governamental são muito mais eficientes nas corporações militares do que nas civis. Agora imaginem a força de uma Confederação Nacional de trabalhadores em segurança pública na época do dissídio da categoria. A reunião de todos os sindicatos nacionais somaria mais de 550 mil filiados, o que hoje não ocorre pois a sindicalização é proibida aos militares.A pressa em acharmos uma solução simplista para um problema tão complexo como a crise na segurança pública pode transformar nosso sistema policial, que logicamente não é perfeito, em algo imprevisivelmente caótico. Para que se entenda o quanto é difícil unificar corpos policiais vejamos o exemplo da França onde a estatização das polícias municipais demorou quase um século, porém ainda coexistem naquele país duas polícias e o poder dos interesses corporativos e diferenças ideológicas existentes hoje na Gendarme (militar) e na Polícia Nacional (civil) é tamanho que nenhum governo arrisca-se a unificá-lo.Certamente uma polícia única traria eficácia maior com menos custos ao contribuinte porém o resultado duvidoso desta união ainda é um risco desnecessário corrermos . A solução reside numa gradual integração, começando com a subordinação das Polícias Militares aos secretários de segurança pública estaduais, pode parecer incrível, mas em alguns estados do país isto não ocorre – como é o caso de Santa Catarina. Em outros estados a integração já é uma realidade com academias de formação e centro de operações unificados, como o caso do Pará, onde policiais militares dividem os espaços nas delegacias com seus colegas civis.No Rio de Janeiro a demissão do Coordenador de Segurança Luiz Eduardo Soares, mentor da integração carioca, diluiu qualquer chance de avançarmos neste campo, que aliás exige coragem e determinação política. A simples idéia de integrar órgãos de segurança irá gerar todo tipo de resistências e sabotagens ao processo, pois em ambas corporações existem lideranças que temem perder poder e prestígio. Felizmente, porém, não reproduzem a vontade da grande maioria dos policias, que são favoráveis às transformações.




